sábado, 19 de dezembro de 2020

Bolsonaro enfrenta máfias, responde a ‘papagaio’, denuncia ‘vagabundo’ que extorquia pobres e defende coronel


No decorrer de transmissão ao vivo, o presidente Jair Bolsonaro aventou medidas contundentes tomadas por seu governo para enfrentar máfias que extorquiam trabalhadores vulneráveis, rebateu quem o acusa de “acabar com a Lava Jato” e fez uma explanação no que concerne às suas perspectivas sobre privatizações no Brasil contemporâneo.

Bolsonaro principiou: “De maio para cá, triplicaram as apreensões. A Lava Jato continua a todo vapor. O papagaio idiota fala que acabei com a Lava Jato. Ela continua funcionando. Não tenho poder para acabar com a Lava Jato. Eu não dou trabalho para a Lava Jato, não há operação em cima de meus ministros. Se ocorrer, nós damos uma força para a PF”.

Dessa forma, o chefe de Estado argumentou em defesa da intransigência com a corrupção: "Intransigência com o que é errado. O coronel acabou com 4 mil empurradores de carrinho de feira que eram extorquidos, eram R$240 mil por mês que iam para o bolso de um vagabundo. Botamos para correr toda a diretoria que estava lá. Eu sou da privatização, mas estavam trabalhando para privatizar vendendo baratinho para o cara que tem a roupa ajustada. As senhoras chegavam de madrugada lá para vender café e eram extorquidas em R$140,00 por mês. É um crime com o mais pobre. Tinha também a máfia dos caixotes, furtavam caixotes para revenderem. Máfia das seguranças (...). Todo o preço da corrupção era agregado no valor dos produtos”.

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