domingo, 20 de dezembro de 2020

Coronel expõe como Bolsonaro e ex-comandante da ROTA estão enfrentando esquema de R$40 milhões por ano em SP


Em transmissão ao vivo, o deputado federal Coronel Tadeu explicou como o presidente Jair Bolsonaro e o coronel Mello Araújo estão desarticulando um esquema na CEAGESP, em São Paulo, que renderia até R$40 milhões por ano.

O congressista principiou: “Eu não tenho medo nenhum de falar. A corrupção era muito forte, muito grande, muito pesada em diversos setores. Isso foi combatido de forma muito eficiente com a nomeação do coronel Mello Araújo, que foi comandante da ROTA”.

No ensejo, ele complementou: “A corrupção era desenfreada, mesmo. Só para dar um exemplo: Três mil carregadores, todos eles pagavam R$60,00 para poderem trabalhar lá. São R$180 mil. Era muito dinheiro que se cobrava indevidamente, só podia usar o carrinho do cara do sindicato, o espaço para deixar o carrinho que era do sindicato. Desde quando sindicato tem direito a espaço dentro de um espaço público? É claro que o cara do sindicato tinha autorização para ocupar e arrecadar esse dinheiro”.

Conforme o parlamentar, haveria uma “farra” extorquindo pessoas humildes: “Era a farra do boi, tomava dinheiro dos carregadores e o dinheiro tramitava até chegar ao bolso do ‘capo’. E não é só isso. Tinha as mulheres que andavam com carrinho oferecendo cafezinho. Elas também eram exploradas, tinham de pagar. Nada disso era legalizado, tudo dinheiro de corrupção. Eu chuto que, por mês, rolavam R$4 milhões de propina por ano, mais de R$40 milhões por ano”.

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