terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Deputados, jornalistas e advogados retrucam após Sergio Moro atacar o presidente Bolsonaro


O ex-ministro Sérgio Moro se envolveu em uma polêmica após reproduzir a narrativa da velha imprensa para provocar o presidente Jair Bolsonaro, questionando o cronograma de vacinação e perguntando se “tem presidente em Brasília”. Em meio a uma enxurrada de respostas dos cidadãos, Moro bateu boca com o atual ministro da Justiça, André Mendonça, que respondeu pelas redes sociais, questionando a legitimidade de Moro para criticar o governo que ele abandonou. 

Mendonça disse: “Vi que Moro perguntou se havia presidente em Brasília. Alguém que manchou sua biografia tem legitimidade para cobrar algo? Alguém de quem tanto se esperava e entregou tão pouco na área da Segurança? Quer cobrança? Por que em 06 meses apreendemos mais drogas e mais recursos desviados da corrupção que em 16 meses de sua gestão?”.

Moro respondeu provocando o ministro Mendonça: “Ministro, o senhor nem teve autonomia de escolher o Diretor da PF ou de defender a execução da pena da condenação em segunda instância (mudou de ideia?), então me desculpe, menos. Faça isso e daí conversamos”. Mendonça retrucou: “1. Defendi da Tribuna do STF a execução da pena a partir da condenação em 2ª instância. 2. Rolando Alexandre é o meu Diretor da PF, até porque sua gestão tem resultados muito melhores que a anterior. E por falar em escolhas... Por que você escolheu trabalhar para o Grupo Odebrecht? Não coloco o Brasil à frente do ego (digo, “biografia”). Trabalho não para dar entrevistas, para dar mais resultados que opiniões, para tirar menos fotos, para tirar mais recursos do crime organizado. É salutar para o país comparar gestões. Vamos?”. O ministro publicou algumas imagens que mostram um aumento impressionante nas apreensões e afirmou: “Seguem alguns dados comparativos: quantidade de drogas apreendidas, valores apreendidos e valores recuperados.  Ano que vem tem mais!!! Forte abraço a todos e Deus nos abençoe!!!”

A deputada federal Carla Zambelli, aliada do presidente Jair Bolsonaro, rebateu: “Tenho tentado me manter distante de você depois de ter sido uma das pessoas que mais lhe defendeu na vida e ter sido traída como fui. Deixe a política para 2022, que está ficando feio! Se alie aos seus Hucks e Dorias da vida e deixe o nosso Presidente trabalhar”.

O jornalista Guilherme Fiuza criticou: “O que Sergio Moro fez para combater a pandemia? Uma lei ditatorial que fere direitos básicos do cidadão barbarizado por tiranetes com a complacência dele, que ficou em casa fazendo demagogia fantasiada de ciência com Mandetta e abandonou o cargo em plena crise. Biografia é tudo”.

O deputado federal Marco Feliciano apontou que Moro não teria “moral” para abordar os assuntos nacionais: “Não vejo muita diferença entre um político que se deixa corromper e um juiz que depois de deixar a toga vai advogar para gente que ele condenou. Acho que Sergio Moro não tem moral para falar de mais nada!”. Ele acrescentou: “Como o Governador João Doria Júnior  se desmoralizou para fazer qualquer crítica após a fugidinha para Miami e o fiasco da vacina sino-paraguaia, agora vem Moro bater no presidente Jair Bolsonaro! Mas depois de advogar p/ Odebrecht fica difícil... Doria e Moro jogam juntos! E vão perder juntos!”.

O deputado estadual Márcio Gualberto asseverou: “Eu sei a resposta: porque Sérgio Traidor Moro estava no Ministério para derrubar o Presidente da República, e não para servir o País. Sérgio Moro, você virou uma metamorfose ambulante. Os conselhos do Doria, a estratégia da Joyce, a proximidade com os tucanos, o ego avantajado, a ilusão com a mídia, a preocupação com a biografia e o dinheiro da Odebrecht estão lhe consumindo”.

O presidente da fundação Palmares, Sérgio Camargo, desaprovou: “Fora da magistratura e longe do governo, Moro revela sua face de maria fuxiqueira. Ninguém poderia imaginar, a decepção foi de todos nós”.

O deputado Otoni de Paula refutou: “MORO QUER SABER SE TEM PRESIDENTE EM BRASÍLIA. Não só em Brasília, agora tem presidente em todos os cantos do Brasil. Nunca um presidente foi tanto do Brasil e tão brasileiro como Jair Messias Bolsonaro. Nunca um presidente viajou e conheceu os problemas do seu povo tão de perto como JB. Nunca um presidente foi tão amado como JB. Nunca um presidente foi tão corajoso e verdadeiro como JB, ao ponto de arrancar tua máscara de herói nacional e mostrar tua verdadeira face, a de sabotador da República, advogado da Odebrecht e preferido da Globo”.

A advogada Flavia Ferronato apoiou as respostas de André Mendonça: “Ministro, o que é isso? Está pegando muito pesado!! Continua, por favor!!”.

A advogada Fabiana Barroso publicou: “Podemos ajudar com fundamentação jurídica, caso o Ministro queira que as prerrogativas dos advogados sejam restabelecidas à sua normalidade. Seria apreciável, lembrando que o inquérito ilegal e inconstitucional do STF foi instaurado na gestão do Moro”.

Renato Barros, do canal Questione-se, sugeriu: “Não perca o ministro André Mendonça finalmente arrebentando o ex-tudo Moro”.

Paulo Generoso, do movimento República de Curitiba, pontificou: “A República de Curitiba apoia o ministro André Mendonça  e seu brilhante trabalho na Justiça e repudia as fofocas do Sérgio Moro contra um governo eleito por mais de 57 milhões de votos e que foi traído pelo ex juiz”.

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, disse: “O traíra Sérgio Moro, que acredita que de lacração em lacração nas redes chegará forte em 2022, questionou o governo sobre vacina, e perguntou: “Tem presidente em Brasília?”. Tem presidente sim, Moro. E um presidente que ficará em Brasília até 2026”. Ademais, Jefferson publicou: “Pergunta que não quer calar: Moro, existe ex-juiz canalha e mau caráter?”.

O deputado Eduardo Bolsonaro questionou: “Quem era o Ministro da Justiça quando mulheres eram algemadas na praia e senhoras jogadas ao chão apenas por estarem em praças? E por que se calava? Falando em América Latina, por que o senhor não menciona nossos vizinhos, que fazem lockdown mais severo mas têm mais infecções?”. 

Mário Frias, secretário especial de Cultura do Governo Bolsonaro, fez uma piadinha: “Serginho FOFOCA”. 

Sonaira Fernandes, vereadora eleita em São Paulo, criticou: “Sérgio Moro agora está reduzido ao papel de comentarista e seu passatempo preferido de Moro é de alfinetar o governo Bolsonaro.  Vale o questionamento do atual ministro da Justiça, André Mendonça, já que Moro saiu devendo, sem balanço positivo para exibir!”.

O deputado federal Daniel Silveira relatou: “O defendi na CCJ com veemência, acreditando que seria diferente. Em uma reunião perguntei se estaria com o presidente até o fim porque suspeitei de algumas atitudes e respondeu que sim. Ao sair de sua sala, falei ao meu chefe de gabinete: vai trair o presidente. Dito e feito! Deve se lembrar também quando ofereci um plano para combate ao narcoterr* enquanto o pacote anticrime era desenhado. Me disse que seria arriscado e que não queria agir assim, que era para ir mais devagar enquanto mostrei que um choque de ordem era necessário. A resposta? Não...”.

O deputado estadual paulista Gil Diniz ironizou: “Dia 25 aqui em São Paulo tem a vacina chinesa! Doria vai te vacinar pessoalmente, fica tranquilo”. 

Carlos Bolsonaro rebateu: “Prudência, sofisticação, biografia, pega varetas, socialismo e liberdade! O pega vareta, para não ofender qualquer animal, que se diz perseguid(x) por fakenews, hoje lança mais um jogo de palavras induzindo a uma mentira descarada! Prudência, sofisticação, biografia, socialismo e liberdade!”.

O jornalista Vinicius Mariano comentou: “Finalmente, ministro. Alguém tem que colocar Sérgio Moro em seu devido lugar”. Ele acrescentou: “Moro criticou a demora para o início da vacinação e perguntou se ‘tem presidente em Brasília’. Como se vacinação dependesse exclusivamente do presidente. Também estamos esperando as provas de interferência que ele disse que havia na PF e até agora nada”.

Fábio Faria, ministro das Comunicações do Governo Bolsonaro, compartilhou a publicação do ministro André Mendonça com o gesto de bater de punhos.

A jornalista e servidora federal Sarita Coelho lamentou: “Restou a ele repetir piadinhas e chavões da esquerda radical. Ele estava mais interessado em cobiçar a cadeira do presidente do que a fazer o trabalho ao qual se propôs. Tenho minhas dúvidas se foi só incompetência e ambição. Talvez, ele não estivesse tão interessado assim em combater a corrupção”.

Bárbara, do canal Te Atualizei, brincou: “Vai fazer chapa com o Mandetta e tentar ocupar o cargo em 2022 só pra gente ver um negócio aqui Rapidão…Ei Moro em Brasília tem presidente e vai ficar até 2026. Toma uma cachaça pra superar a mancha na biografia”.

O jornalista Jouberth Souza perguntou: “Quem era o Ministro da Justiça quando mulheres eram algemadas na praia e senhoras jogadas ao chão apenas por estarem em praças?”

Henrique Oliveira, do Movimento Brasil Conservador, ironizou: “Tá bom, ROS NGELA.Agora pode devolver o celular do JUDAS que o chefe JUVENINHO deve estar querendo falar com ele”. 

Paula Marisa, especialista em educação e jornalista, retrucou: “Negacionismo é achar que um medicamento feito às pressas não tem nenhuma chance de causar graves efeitos colaterais”. 

Alexandre Alcatraz, Coordenador do União Libertadora-SC, acusou: “Moro não estava nem aí para a população quando estava sendo agredida nas ruas e presa de forma injusta, agora quer bancar o preocupado acerca da vacina?! Hipócrita! Tem Presidente em Brasília sim, Moro, o que não tem mais é um ministro filho da p* no MJ!”.

A advogada Fabiana Barroso refutou: “Bem lembrado Moro, era porteira fechada na sua época, mesmo assim seus números quanto à apreensão de drogas foram bem menores. Nenhuma lacrada vai mudar o fato, André Mendonça sem poder nomear o Alexandre Ramagem (por interferência do SSTF em ação do PDT) fez mais que você”. Ela acrescentou: “Papai já dizia, vira casaca é o pior tipo que existe. Um cara que não honrou a camisa do time que vestiu e se demitiu num show midiático em plena “pandemia”, que fez birra e bico na reunião ministerial para depois dedurar os parceiros de batalha, é traíra sim. Amoral”.

O consultor internacional Julio Schneider disse: “Nesta segunda-feira (28), o ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, utilizou suas redes sociais para atacar o presidente Jair Bolsonaro devido a um “atraso” na vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Apenas Moro sendo Moro!”.

Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...