quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Governo Bolsonaro mostra ‘revolução’ nas relações internacionais do Brasil e contraposição a ditaduras da Era PT


Por meio da SECOM, o Governo Bolsonaro elencou 24 pontos em que as relações internacionais do Brasil apresentaram nítidas alterações em comparação com os governos petistas. 

Na lista, são aventados a contraposição a regimes ditatoriais, como o da Venezuela, o alinhamento a países desenvolvidos e democráticos, como EUA, Índia, Japão e Austrália, e a evolução no atendimento de exigências para o ingresso na OCDE, entre outros.

Leia a apresentação da SECOM:

Nestes dois anos, O Brasil cessou o alinhamento a tiranos e autoritários, focando no relacionamento com o mundo livre e democrático; batemos recordes de investimentos estrangeiros, ao mesmo tempo em que defendemos nossos Valores, nossa Pátria e nosso Povo.

Em 2019, fomos o 4º principal destino de investimentos do G20.

- Captação de 10 bilhões de dólares em investimentos da Arábia Saudita.

- Em 2020, voltamos a figurar na lista dos 25 países mais confiáveis para se investir.

O povo brasileiro não vê mais seu dinheiro sendo enviado a fundo perdido para financiar obras em outros países

- O país deixou de ser abrigo para terro* e assass* ideológicos como Cesare Battisti

- Recebemos apoio de grandes nações para ingressarmos na OCDE

BRASIL-OCDE:

- até 2018, 27% das exigências;

- de 2019 para cá, salto para 40% de adesão,

- com mais 80% de alinhamento.

- Protagonizamos o histórico acordo Mercosul / União Europeia.

- Protagonizamos o acordo do Mercosul com a Associação Europeia de Comércio Livre.

- Reconhecimento mundial a uma das maiores operações humanitárias do mundo, a Operação Acolhida, que recebe os refugiados do comunismo venezuelano com acolhimento médico, humanitário e diplomático.

- Abertura e reabertura de mercados para as exportações brasileiras.

- Nossas boas relações exteriores garantiram o apoio de nações como Estados Unidos, Israel e Índia no contexto de tragédias como Brumadinho, queimadas na Amazônia e pandemia de coronavírus.

- Eleição do Brasil para integrar o Conselho de Direitos Humanos da ONU com votação recorde.

- Convite ao Brasil para participar de um G-7 ampliado com outros países democráticos (Índia, Austrália, Coreia).

- Reorientação do Mercosul ao livre comércio e apoio à democracia, não mais ao protecionismo e à defesa de regimes totalitários.

- Fim da UNASUL (de essência bolivariana) e criação do PROSUL,  reunindo a América do Sul em torno da promoção da democracia e prosperidade.

- Economia de R$ 100 MILHÕES no orçamento do Itamaraty com o fechamento de embaixadas que não se justificavam e outras medidas

- Elevação das relações com países árabes, com novos investimentos e mercados: Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Bahrein

Novo posicionamento na OMC para defender os reais interesses brasileiros em temas como subsídios, comércio eletrônico etc., sem alinhamento automático ao bloco dos “países em desenvolvimento”, que muitas vezes não refletia os  interesses de nossa nação.

Promoção de exportações e atração de investimentos muito mais ativa, com a especialização da área de promoção comercial no MRE, Criação do departamento do Agronegócio e condução estratégica da APEX ligada ao Itamaraty.

Estabelecimento de relação estratégica com parceiros com base em valores democráticos compartilhados: EUA, Índia, Japão, Austrália, Israel e outros, por novas estruturas internacionais para uma globalização favorável à democracia e abrindo novos investimentos ao Brasil.

Visita histórica à Índia, com lançamento de parceria estratégica, rendendo cooperação na área de medicamentos (inclusive hidroxicloroquina), lançamento de satélites etc.

- Brasil como referência na defesa da democracia e no combate ao crime organizado, narcotráfico e terrorismo na América Latina.

- Presidência do BRICS e Cúpula do grupo em 2019, reorientando-o para resultados concretos e não mais para validar posições individuais.

Política comercial mais ativa da História, com a conclusão de dois grandes acordos (UE e EFTA) e avanços com Canadá, Cingapura e Coreia, ampliação do acordo preferencial com a Índia e formatação de uma grande parceria econômica com os EUA.

Apoio permanente ao esforço de redemocratização da Venezuela e fim da ditadura Maduro, sem as ambiguidades e tergiversações do passado, muito menos apoio explícito à ditadura, como nos governos do PT.

Política Externa como parte de um projeto nacional de democracia. É impossível ser uma democracia autêntica fechando os olhos aos projetos totalitários e corruptos na nossa vizinhança.

- Crescimento baseado em investimento privado e abertura econômica, não em estatismo e protecionismo.

- Visão estratégica de contraposição às redes internacionais que unem projetos políticos totalitários, narcotráf* e terror*.

- Força-tarefa do MRE para identificar e aproveitar novas oportunidades que se abrem ao Brasil com a reestruturação das cadeias globais de produção em função da pandemia.

- Participação central do Brasil em duas conferências hemisféricas para o combate ao terror*.

- Nova visão para a África, baseada em parcerias, comércio, cooperação na defesa, combate ao narcotráfico e ao terrorismo e sustentação de valores democráticos.

Estabelecimento do diálogo trilateral Brasil, Estados Unidos e Japão (JUSBE), em torno de 3 pilares fundamentais:

- coordenação de políticas sobre questões regionais;

- prosperidade econômica compartilhada;

- fortalecimento da governança democrática.

- Promoção da liberdade religiosa e do combate à cristofobia no Conselho de Direitos Humanos da ONU, na Assembleia Geral das Nações Unidas e em outros foros internacionais.

Em debates (ONU, G20, PROSUL e União Europeia), o Brasil defendeu que

- o combate à COVID não pode servir de desculpa para o cerceamento da SOBERANIA e das LIBERDADES fundamentais

- deve-se buscar soluções nacionais, preservando empregos, liberdades e desenvolvimento

Posicionamento firme e claro pela defesa da soberania nacional e da autodeterminação do povo brasileiro diante dos organismos internacionais; visão de que esses organismos devem ser conduzidos pelos seus países membros, com transparência, responsabilidade e cooperação.


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