sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Paulo Guedes faz declarações bombásticas sobre ações de STF e Maia contra Bolsonaro; jornalistas e deputados comentam


O ministro da Economia, Paulo Guedes, concedeu uma entrevista à revista Veja em que revelou que houve, há cerca de seis meses, um movimento coordenado para desestabilizar o governo Jair Bolsonaro. Paulo Guedes explicou: “Houve, sim, um movimento para desestabilizar o governo. Não é mais ou menos, não. Tinha cronograma. Em sessenta dias iriam fazer o impeachment. Tinha gente da Justiça, tinha o Rodrigo Maia, tinha governadores envolvidos”. 

Conforme o ministro, João Doria, governador de São Paulo, estaria envolvido. Ele relatou: “O Doria ligou para mim e disse assim: ‘Paulo, é a chance de salvar a sua biografia. Esse governo não vai durar mais de sessenta dias. Faz um favor? Se salva’”.

Paulo Guedes disse que o conflito teria sido desmontado ouvindo os ministros do Supremo Tribunal Federal e cedendo a suas exigências, o que incluiu a saída do então ministro Abraham Weintraub do governo. O ministro relatou: “Liguei para cada um dos ministros do Supremo para tentar entender o que estava acontecendo. Conseguimos desmontar o conflito ouvindo cada um deles. O ministro Gilmar Mendes, por exemplo, sugeriu que o governo deveria dar um sinal, caso estivesse realmente interessado em pacificar as relações. A demissão do Weintraub foi uma sinalização. Liguei também para o ministro Barroso e para o ministro Fux”.

Paulo Guedes relatou que, quando o Supremo sinalizou que poderia apreender o celular do presidente Jair Bolsonaro, houve um momento tenso e o ex-ministro Weintraub quis reagir. Segundo o ministro, com o apoio de generais do governo, ele convenceu o ministro a desistir de se opor ao STF. Guedes disse: “Nessa hora, eu interferi. Disse que estávamos caindo numa armadilha, que o script já estava montado, que aquilo era inapropriado. Os generais presentes me apoiaram. Sugeri ao presidente mandar o Weintraub para o Banco Mundial, em junho. A partir daí, as coisas se acalmaram entre o governo e o STF”.

O deputado federal Cabo Junio Amaral reagiu às revelações, dizendo: “Paulo Guedes afirmou que agiu para desarticular um plano de impeachment comandado por Maia e Doria contra o Presidente Jair Bolsonaro. Duas desgraças desse país aos quais está reservada a latrina da história. Imundos!”

O músico Roger Rocha Moreira comentou: “Paulo Guedes diz que desmontou plano de impeachment contra Bolsonaro comandado por Maia e Doria. O buraco é muito mais embaixo. E é fundo”.

O investidor Leandro Ruschel questionou: “Qual é o nome que se dá a um movimento, por baixo dos panos, que une líderes do Judiciário, Legislativo e governador da oposição para derrubar um presidente? É o que relata Paulo Guedes à revista Veja. Qual foi o papel de Moro no movimento para derrubar o presidente, relatado por Guedes em entrevista?”. Ele acrescentou: “A entrevista do Paulo Guedes deixa claro quem fez ato antidemocrático para derrubar o presidente. Maia odeia o Paulo Guedes porque ele desarmou a bomba do impeachment, que Maia costurou junto com membros do Judiciário e governadores, como Doria, segundo sugere entrevista de Guedes à Veja. Mas essa bomba foi desarmada a qual custo? Quem manda no Brasil, hoje? O relato de Paulo Guedes à Veja é gravíssimo e expõe tentativa ilegal de derrubar o presidente. O relato de Guedes, como testemunha primária e agente dos acontecimentos, confirma a nossa suspeita de movimento coordenado para derrubar o presidente. Isso explica a perseguição policial aos apoiadores do presidente e o que ocorre no Brasil nos últimos meses”.

O advogado Fábio Talhari perguntou: “Precisa desenhar o que 5TF e CN pretendem?”

O jornalista Davy Albuquerque, do Conexão Política, disse: “O Brasil precisa saber do que realmente está acontecendo! Paulo Guedes diz que desmontou plano de impeachment contra Bolsonaro comandado por Maia e Doria”.

O economista Rodrigo Constantino afirmou: “Guedes é o cara! Jogou no ventilador, e fica a questão: como Doria poderia saber de algo do STF?! Era um golpe em curso?! O projeto de ditador chinês teve a resposta que merecia”.

Neste contexto, a deputada Bia Kicis alfinetou parlamentares: “Aguardando ( sentada) ver os Parlamentares que dirigiram palavras pesadas de ataques ao Presidente Bolsonaro há pouco dirigirem 10% dessa indignação aos Ministros do STF que têm usurpado atribuições do Parlamento, do Executivo e protagonizado decisões arbitrárias”.

Bárbara, do Canal Te Atualizei, disse: “Dória ligou para o Paulo Guedes pra dizer que em 2 meses o presidente cairia e que o supremo faria isso. Gente, COMO O DÓRIA PODERIA SABER DISSO? Como assim o STF planejava o impeachment do presidente?”

A advogada Fabiana Barroso chamou de herói o ministro Paulo Guedes, e citou uma das frases do ministro a Dória: “Vai governar São Paulo, cara. Deixa de ser maluco”. 

O cientista político Silvio Grimaldo ponderou: “O depoimento do Paulo Guedes só pode ser duas coisas: sua carta de demissão, tocando f*-se, "ou o PR fica com esses merdas covardes ou comigo". ou, a pedido, ele está falando aquilo que o Jair não tem autorização para falar”. Grimaldo também ironizou: “Paulo Guedes está colecionando as bolas que a galera tem deixado cair pela esplanada. Jogando a mer* toda no ventilador, esse fedelhão herói demais”.

O economista Ubiratan Jorge Iorio afirmou: “Conhecendo o ministro como conheço, asseguro que ele jamais diria coisa tão grave se não fosse verdade. Maia e Doria são INIMIGOS do Brasil”.

Lilo, do canal Lilo Vlog, questionou: “Paulo Guedes falando que recebeu a ligação do Doria. Será que o Moro recebeu ligação parecida?”

O ativista Alan Lopes afirmou: “O plano de Dória, Maia e STF é destruir a economia para estabelecer um ambiente caótico e darem o golpe. Estão desesperados com a recuperação da economia e consequentemente com o crescimento da popularidade de Bolsonaro. As declarações de Guedes sobre o golpe precisam de resposta”. 

O deputado federal Daniel Silveira destacou uma fala de Guedes, que comentava a interferência do Supremo Tribunal Federal em competências do Executivo: “'Vem o ministro do Supremo e diz que não pode. É um absurdo. Quem controla as tarifas somos nós. O povo brasileiro votou no plebiscito que quer ter arma”. Guedes acrescentou: “Isso é um caso absurdo de interferência. Isso está errado. Tarifa de importação quem bota sou eu. Não preciso nem do Congresso para fixar a tarifa”.

A repórter Yasmin Alencar avaliou: “Em entrevista à Veja, Paulo Guedes disse que desmontou um plano de impeachment contra Jair Bolsonaro que estava sendo comandado por Maia. Em julho, meu amigo Allan dos Santos denunciou esse golpe e recebeu descrédito por parte da mídia. Nada como um dia após o outro”.

O deputado federal Filipe Barros comentou: “Rodrigo Maia é o que há de pior na política brasileira: arrogante, mimado e dissimulado”. A advogada Fabiana Barroso respondeu: “Acho que é mais grave, com a entrevista de Guedes a Veja, é um conspirador que armou derrubar um Presidente democraticamente eleito. É preciso investigar, isso não pode passar como se nada fosse”.

Ravox Brasil avaliou: “ABRAHAM WEINTRAUB - A CORAGEM. Depois do relato do Paulo Guedes à revista Veja, onde ele citou o que disse o Abraham Weintraub numa reunião, minha admiração aumentou ainda mais! Abraham Weintraub, nós não estávamos errados, você é o cara! O Brasil precisa mudar esse rumo!”.


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