segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Bolsonaro alerta para 'estratégia' da Rede Globo e se pronuncia após ANVISA aprovar vacinas para uso emergencial


Na saída do palácio da Alvorada, o presidente Jair Bolsonaro conversou com cidadãos que o aguardavam, e falou sobre a aprovação das vacinas pela ANVISA. Bolsonaro disse: “a ANVISA aprovou, não tem que discutir mais. Agora, havendo a disponibilidade no mercado, a gente vai comprar. Está liberada a aplicação no Brasil, e a vacina é do Brasil, não é de nenhum governador, não”. 

Bolsonaro conversou com representantes do agronegócio e afirmou: “Acho que o agro não tem nada a reclamar da gente, né? Nós fizemos muita coisa e não interferimos. Demarcação de terra acabou, MST cortamos na raiz o recurso para eles, não aprovamos a reforma fundiária que o Rodrigo Maia deixou caducar, a situação estaria muito melhor. As multas passaram a ter caráter educativo”. 

O presidente falou sobre a  exploração política da tragédia em Manaus, lembrando que a responsabilidade pelo controle dos estoques é do governo estadual e dos municípios, mas a velha imprensa o ataca assim mesmo. Bolsonaro disse: “Tem um problema em Manaus. A gente lamenta as mortes. Nós destinamos bilhões para os estados. Agora, quem detecta a falta / ausência de medicamento é o secretário do estado, o secretário municipal”. 

O presidente lembrou que o ano passado foi totalmente atípico, e que o governo federal tem poucos recursos. Ele disse ainda: “O ministério da Infraestrutura tem um orçamento pífio, não temos dinheiro suficiente para investir em pesquisa. O agronegócio é importantíssimo para nós, mas um país que não tem tecnologia está condenado a ser escravizado pelos países que têm”. 

O presidente enfatizou a importância da família para a sociedade, e criticou a rede Globo. Ele disse: “a célula sadia está para o corpo como a família sadia está para a nossa sociedade. Sem família, pode esquecer o Brasil. Por isso a Globo fica o tempo todo atacando a família brasileira, inventando outras formas de família, fazendo novelas onde quem faz a coisa errada é o mais bonitinho. Prega o tempo todo a liberação das drogas como se fosse a salvação. Se os grandes globalistas fumassem menos maconha e cheirassem menos, ajudaria realmente a combater as drogas, e não buscar a liberação como se fosse a salvação”. 

Bolsonaro lembrou que seu governo está há dois anos sem escândalo de corrupção. Ele disse: “É obrigação, mas o pessoal não fazia antes. Pega Itaipu binacional. Só este ano, o presidente investiu um bilhão e meio na área”. Ele comparou com governos anteriores: “geralmente eram obras sociais. Aquela historinha para ganhar o coração do povo. Era só comprar um milhão de cestas básicas e receber 10 mil, tá resolvido o assunto. Assim é a corrupção, isso engana o povo”. 

O presidente afirmou que uma solução melhor é oferecer instrução. Ele comentou uma das questões do ENEM, lembrando que o banco de questões do exame foi formado em governos anteriores. Bolsonaro disse: “Tem questões ridículas, comparando mulher jogando futebol e homem, por que a Marta ganha menos que o Neymar. Não tem que ter comparação, futebol feminino ainda não é uma realidade no Brasil. O que o Neymar ganha por ano, todos os times de futebol do Brasil não faturam por ano. Isso chama iniciativa privada. Ela que faz o salário. Fazem comparações absurdas, sempre pregando a 

O presidente disse: “Agora se fala que ‘a Venezuela está fornecendo oxigênio para Manaus’. A White Martins é uma empresa multinacional que está lá também. Agora, se o Maduro quiser fornecer oxigênio para nós, não tem problema nenhum. Ele podia dar auxílio emergencial pro seu povo também. O salário mínimo lá não compra um quilo de arroz”. 

Bolsonaro lamentou: “O pessoal parece que não enxerga o que o povo passa, para onde querem levar o Brasil, pro socialismo…”. Ele questionou: “Por que sucatearam as FFAA nos governos anteriores? Porque os militares são a última barreira ao socialismo”. O presidente disse: “Quem decide se o povo vai virar uma democracia ou uma ditadura são as Forças Armadas. Não tem ditadura onde as FFAA não apoiam”. O presidente afirmou que, em sua opinião, no Brasil ainda temos liberdade. 

Bolsonaro disse: “Tem gente que zomba, né? Qual é o bem maior nosso? É liberdade, sem liberdade não tem vida. Viver preso em casa, pô. A política de lockdown. Se fecharam por 6 meses o Brasil e não deu certo, por que continuar fechando? Vão matar a economia também? Sem economia, não tem vida. O IDH cai, problemas acontecem, dentro de casa, inclusive”.

O presidente disse: “Casa onde falta pão, todos brigam e ninguém tem razão. O Brasil é um transatlântico. alguns querem que eu dê um cavalo-de-pau, não tem como dar cavalo-de-pau em transatlântico. Está ruim a situação? Não está bom, reconheço. Aumentou o preço do arroz… mas isso porque o campo não ficou em casa.  Se o campo tivesse seguido a orientação de muitos, não teríamos inflação, teríamos desabastecimento”. 


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