quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Bolsonaro alfineta João Doria após resultados de testes, volta a rebater sobre Ford e desabafa


Em diálogo com apoiadores, o presidente Jair Bolsonaro alfinetou João Doria, governador de São Paulo, abordou como ocorrerá a vacinação no Brasil, explicou suas perspectivas para os CACs, lamentou escolhas eleitorais de parte da população e voltou a refutar invectivas relacionadas ao fechamento de fábrica da Ford.

Bolsonaro explicou: “Essa vacina de 50% é uma boa ou não? O que eu apanhei por causa disso e agora estão vendo a verdade. Estou há quatro meses apanhando por causa disso. Entre eu e a vacina, tem a ANVISA. Não sou irresponsável, não estou querendo agradar quem quer que seja. A certa é a que passar pela ANVISA”.

Por solicitação de um apoiador, Bolsonaro também abordou medidas para a facilitação da legítima defesa: “Os CACs sempre terão comigo um aliado para a compra legal de armamen*. Não existe lobby de armamen** para cima de mim, pois sou adepto de toda forma de legítima defesa para o cidadão de bem no Brasil”.

Ademais, o chefe de Estado desabafou ao abordar as escolhas feitas por parte da população nas eleições: “Já pensou um presidente anterior se fosse exemplo para o Brasil? Exemplo é seu pai, sua mãe. Está difícil. Quem vota nos parlamentares é o povo. Eu pedi voto para um candidato a prefeito de Belo Horizonte e perdi. O cara que foi eleito lá está fazendo barbaridades agora, já tinha fechado tudo anteriormente. Então…”.

No ensejo, o presidente contradisse ataques de parlamentares em virtude do fechamento de fábrica da Ford: “Reclamaram da fábrica da Ford. Foram dezenas de bilhões de reais para esse pessoal de renúncia fiscal. Um parlamentar está batendo muito em mim, dizendo que fechou empresa com 5 mil funcionários. Lamento, não iria continuar bancando, usando o dinheiro de vocês. No estado dele, milhões de empresas fecharam e ele não falou nada. Para não desagradar o governador dele, é isso? Deve ter algum acordo com o governador dele. Eu segurei milhões de empregos com as medidas de ajuda via PRONAMPE, via auxílio-emergencial para o pessoal não entrar em desespero. Os informais perderam tudo. Eu fiz para manter emprego, os outros falaram para ‘fechar tudo e a economia a gente vê depois’. Essa fábrica não era mais rentável, por isso foi embora”.


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