terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Bolsonaro alfineta ministro Lewandowski, do STF, por ‘absurdo’ para Dilma e alerta para votos de Fachin, Barroso, Weber, Carmen Lúcia e Marco Aurélio


Em transmissão ao vivo, o presidente Jair Bolsonaro se defendeu de críticas pela nomeação de Kássio Nunes Marques para a Suprema Corte e criticou o ministro Ricardo Lewandowski, do STF, ao abordar a condução do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Bolsonaro rememorou: “Quando a Dilma foi cassada lá no Senado Federal, o ministro do STF que dirigia o processo de cassação, a Dilma foi cassada e não se tornou inelegível. Foi absurdo o que aconteceu”.

O chefe de Estado também advertiu para os votos dos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Marco Aurélio no que concerne ao reconhecimento de múltiplas uniões estáveis: “Estavam decidindo se a amante poderia fazer parte do processo de pensão e partilha de bens. Por 6 a 5, o STF decidiu que não faria parte. O sexto voto foi do Kássio. Se lá estivesse o Celso de Mello, com toda a certeza teria votado do outro lado. Procure saber quem foram os 5 que votaram favoráveis às amantes”.


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