segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Deputados, jornalistas e personalidades reagem a ‘carreata’ pelo impeachment de Bolsonaro


A tentativa de emplacar manifestações pedindo o impeachment do presidente Jair Bolsonaro teve pouco sucesso nas ruas e gerou vários comentários ironizando o fracasso da tentativa.

O assessor da Presidência Filipe G. Martins afirmou: “Que fique claro: o que motivou o MBL, o Vem Pra Rua e outros capachos do Rodrigo Maia a se juntarem à esquerda para pedir o impeachment do Presidente Jair Bolsonaro foi a tentativa desesperada de influenciar o resultado da eleição para a presidência da Câmara, através de um ardil para manipular os deputados federais com a idéia de que há algum tipo de rejeição popular ao Presidente. O tiro, evidentemente, saiu pela culatra: tudo o que esses movimentos patéticos conseguiram foi provar que absolutamente ninguém apóia um impeachment contra um presidente que nunca se envolveu em um escândalo, que já está indo para o terceiro ano de governo sem envolvimento em qualquer episódio de corrupção e que está implementando uma nova forma de governar, com respeito pelos anseios populares e sem práticas condenáveis envolvendo os recursos públicos. Rodrigo Maia fala em CPI para investigar a administração da pandemia pelo Governo Federal, mas sempre foi avesso a investigações; e não apenas às investigações que poderiam esclarecer as inúmeras suspeitas que pesam sobre ele, mas também a uma série de outras investigações de grande importância para o país. Graças a ele, a Câmara foi impedida de investigar as relações promíscuas do PT com Cuba (que custou aos cofres públicos R$30 bilhões por ano durante mais de uma década), os gastos dos governos anteriores com publicidade (responsável por alimentar com bilhões e bilhões a grande imprensa), e até crimes de ab**** se***** contra crianças e adolescentes na internet. Enquanto os alarmistas espalham caos e desinformação e falam até em impeachment, dados do Our World in Data mostram que o Brasil já é o país que mais administrou doses da vacina contra o covid-19 na América Latina e também que nosso país já figura entre os 20 países que mais administraram doses da vacina no mundo. Todos os que quiserem se vacinar serão vacinados e, mais importante, todos os que não quiserem ser vacinados terão sua escolha respeitada e não serão obrigados a se vacinar”.

O deputado Eduardo Bolsonaro disse: “De maneira arrogante MBL se intitulava os responsáveis por levar pessoas às ruas e derrubar Dilma. Os atos contra Bolsonaro só demonstraram que eles não têm força para nada, nem mesmo junto PT, PCB e esquerda. Em 2016 a rejeição ao governo Dilma já estava no coração de todos, os atos políticos para desencadear o impeachment foram a ponta final. Hoje tentam fazer o oposto. Políticos, visando interesses próprios, tentam engrenar um movimento para que a sociedade apoie. Não vai dar certo.  Pedir impeachment de um presidente sem qualquer embasamento, apenas porque você não gosta do jeito que o presidente fala não seria antidemocrático? Cadê a grande imprensa para cobrir os atos fiasquentos deste fim de semana? A falta de apoio de MBL e VPR?”. 

O vereador Carlos Bolsonaro lembrou: “Me recordo quando o MBL dormiu na casa do então deputado federal Jair Bolsonaro quando foram para Brasília e não tinham onde ficar, assim como o deputado federal Eduardo Bolsonaro, junto com seu pai, eram um dos poucos que surgiam na tal CPI dos crimes Cibernéticos para sempre defendê-los. Qual a consideração quanto a estes fatos? Tirem suas conclusões!”.

A deputada estadual Janaína Paschoal apontou: “Hoje, Estadão e Folha se unem aos movimentos que pedem o impeachment de Bolsonaro. No centro dos pedidos está a vacinação. No entanto, os próprios veículos publicam matérias mostrando que a vacinação no Brasil ocorre de forma mais rápida e efetiva que muitos países europeus. Os títulos das matérias são negativos, mas o conteúdo não. Leiam a íntegra. Analisem os quadros”.

O investidor Leandro Ruschel analisou: “No curto prazo, a narrativa do impeachment, operada pela imprensa e pela oposição, seguindo apito de Zé Dirceu, tem objetivo de influenciar eleições que definirão comando do Congresso. No longo prazo, o temor é que a recuperação econômica pós-pandemia reeleja o presidente. Há um fluxo crescente de recursos direcionados a emergentes, por conta da mudança de comando nos EUA e por outros fatores. O Brasil deve ser beneficiado nos próximos anos, especialmente após o fim da pandemia. Os ratos de sempre sabem disso e precisam derrubar logo o presidente”.

O deputado Carlos Jordy disse: “Deputado petista divulga vídeo de carreata dizendo ser ato “fora Bolsonaro”, mas, na verdade, é uma carreata de apoio ao PR Bolsonaro de 3 de maio de 2020. Só assim para arrumar gente para ato contra Jair Bolsonaro. Esse é o conceito de fakenews, Paulo Pimenta?”

O cantor Roger Rocha Moreira, do Ultraje a Rigor, publicou uma fotografia de uma carreata vazia com bandeiras da CUT e do PT e comentou: “Acabou a mortadela! Carreata pedindo impeachment do presidente”. 

O internauta Carlos Cezar satirizou: “Ouvi dizer que nessa carreata contra Bolsonaro tinham mais câmeras da Globo do que participantes... Será que é fake news?”

O deputado estadual Douglas Garcia perguntou: “Verdade que hoje o PSOL, PT, REDE e afins fizeram carreata em apoio a João Dória em SP? Que horror!”

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, “No Rio, a carreata para pedir o impeachment de Bolsonaro reuniu 100 carros na Presidente Vargas. Se cada carro levou duas pessoas em média, tivemos um protesto com cerca de 200 pessoas. Esses 200 gatos pingados serão destacados pelo Bonner como se fossem dois milhões. Vai vendo. Será que a Globo vai falar que o Brasil, em poucos dias, ultrapassou diversos países em número total de pessoas vacinadas? Será que veremos essa comparação no Jornal Nacional?” 

Roberto Jefferson prosseguiu: “Por ocasião da Reforma da Previdência, no governo Temer, os anti*** do MBL estiveram no PTB. O projeto que eles defendiam era elaborado pela USP, protegia a elite do funcionalismo, mas esmagava o empreendedor e o trabalhador celetista. O MBL é a direita fabiana. Inconfiável. O MBL, fiel à sua nova orientação, realiza protestos a favor do impeachment, e a imprensa o que faz? Diz que é um “protesto da direita”. Isso é fake news. O MBL agora mostrou a sua verdadeira face, de centro-esquerda. Eles não representam a direita. São a new left em ação”.

Jefferson questionou: “A velha imprensa afirma que os bolsonaristas estão perdendo as redes sociais. Mas qual é a tag no topo hoje? #TodosComBolsonaro”. 

Ele acrescentou: “Lewandowski decidiu ampliar o acesso de Lula ao arquivo roubado pelos hackers. Agora o líder do PT no STF franqueou aos advogados de Lula acesso total ao material apreendido. Tudo que puder ajudar Lula em sua defesa o líder da bancada petista suprema fará. Não tenham dúvidas”. (...) “Os governadores do nordeste, liderados pelo baiano, fizeram um consórcio que assaltou os recursos públicos, especialmente os do COVIDÃO. Vamos para cima, pedir seu impeachment e movimentar as ruas com passeatas e carreatas. FORA CORRUPTOS VERMELHOS!”

O jornalista e economista Rodrigo Constantino disse: “Como foi a carreata do MBL, VPR, MST, PT, PSOL e PCdoB? Pelo que vi em imagens, foi um tanto fracassada, né? E nas redes sociais a hashtag #TodosComBolsonaro disparou? A esquerda oportunista não dá uma dentro mesmo…Fique em casa... ao menos que seja para pedir impeachment do Bolsonaro? Aí a ‘causa nobre’ permite relaxar o isolamento, a preocupação com a vida? Cambada de hipócritas!”

O médico Alessandro Loiola publicou a foto de um microscópio e comentou: “Equipamento indicado para visualizar o público da "carreata anti-bolsonaro" organizada pela esquêrdia”.

O vereador Carmelo Neto apontou: “Na carreata contra o lockdown, Camilo Santana usou a força policial para recolher bandeiras do Brasil e prender manifestantes. Mas agora acontece normalmente, sem nenhum impedimento, a carreata do PT contra Bolsonaro. O PT pode, governador? Acabei de discar 190 e fiz a denúncia”.

O deputado federal Bibo Nunes perguntou: “Qual é mesmo o motivo para pedir Impeachment de Bolsonaro? Ter acabado com a corrupção? Urubus de plantão sem respostas…”

A Deputada Federal Aline Sleutjes afirmou: “o presidente Jair Bolsonaro  e sua equipe estão lutando contra um sistema que deveria trabalhar pelo povo. Está realizando o que não fizeram nos últimos 20 anos! Tentaram panelaço, carreata, paralisação não deu...Nós, patriotas, somos muitos!”

O escritor e sociólogo Eduardo Matos de Alencar disse: “Eles não marcaram carreata por medo de aglomeração. Não tiveram medo disso na campanha. Eles marcaram porque sabem que não colocam multidão nenhuma na rua mais. 500 carros são 500 pessoas, 1.000 no máximo. Não lota um quarteirão na Paulista”.

O humorista Alba Expider ironizou: “Eu ia dar uma volta, mas a carreata do Impeachment lotou a cidade. Ficarei em casa. Nunca vi tanta gente”.

Paulo Enéas, do Crítica Nacional, avaliou: “A carreata realizada neste domingo em São Paulo (SP) pelo impeachment do Presidente Bolsonaro e organizada por grupos da esquerda dissimulada travestida de liberal, entre eles o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem Pra Rua (VPR), fracassou miseravelmente. Conforme relata o empresário e ativista Patrick Folena, que registrou a passagem da carreata pela Avenida Paulista desde o começo até o fim, o ato não reuniu mais que trezentos participantes”.

O perfil Laurinha Irônica satirizou: “Atenção esquerdistas: postar fotos do trânsito em decorrência do feriado prolongado pra dizer que era carreata fora Bolsonaro não vale, taoquei”. 

RODRIGO MOLLER, cofundador do Movimento Brasil Conservador, disse: “Se depender da carreata de hoje para tirar Bolsonaro da presidência o cara vai ficar lá até 2026 e ainda vai eleger quem apoiar. Foi tão fraca que nem postaram fotos, descobriram da pior maneira que as ruas são do povo e não de meia dúzia de aproveitadores”.

O perfil Dama de Ferro, por sua vez, satirizou: “Panelaço, não deu! Carreata, não deu! É melhor vocês tentarem um ‘chorãozaço’!”.

A deputada Alê Silva comentou: “VERGONHA. Deputado petista usa foto de carreata pró-Bolsonaro como se fosse pelo impeachment”.

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