sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Pesquisa mostra aumento da reprovação ao STF e personalidades pedem atuação do Legislativo


Uma pesquisa divulgada pelo PoderData, do Poder360 em parceria com o Grupo Bandeirantes, mostrou que, em 2020, a reprovação da população ao Supremo Tribunal Federal aumentou. Segundo a pesquisa, 35% da população considera o STF “ruim/péssimo” e 44% classifica a atuação da instituição como “regular”, com apenas 16% considerando que a atuação da Corte é “boa”. 

A divulgação da pesquisa foi comentada por parlamentares, jornalistas, e cidadãos comuns, que abordaram temas do momento para comentar a desaprovação, lembrando, principalmente, decisões de ministros que extrapolam as atribuições da Corte e os inquéritos conduzidos por Alexandre de Moraes contra desafetos. 

A deputada federal Carla Zambelli publicou um link para a pesquisa e aferiu: “Esta é para quem achou que abrir um inquérito inconstitucional, criar uma polícia política para perseguir críticos e invadir casas de pessoas por conta de hashtags melhoraria a imagem do Supremo. Avaliação negativa do STF CONTINUOU A SUBIR pelo ano de 2020”.

O historiador Luiz Americo Lisboa Jr respondeu: “Se chegar a 100% de reprovação ainda assim eles continuarão infringindo a Constituição e debochando do povo brasileiro. Só o impedimento pelo Senado de alguns ministros poderá dar um freio à tirania do STF”.

A deputada estadual Leticia Aguiar afirmou: “Vivemos uma juristocracia. Poucos que decidem por muitos sendo que nem foram colocados ali pelo voto direto”.

Salim Mattar, ex-secretário de Desestatização do Governo Bolsonaro e presidente da Localiza Hertz, rede brasileira de lojas especializadas em aluguel de automóveis, disse: “Absurdo mesmo! Muito triste ver um ministro do STF agindo contra o estado de direito e extrapolando suas atribuições”. O empresário acrescentou: “35% da população avaliam o trabalho do STF como ruim ou péssimo. Triste imagem da Suprema Corte!”.

O advogado Wander Fabrício afirmou: “Enquanto houver obediência às decisões esdrúxulas, arbitrárias e  inconstitucionais do STF, como a última, monocrática, do Lewandowski que prorroga a calamidade do Covid, eles continuarão USURPANDO as competências do Executivo, acreditando que podem, e se tornará normal”.

RODRIGO MOLLER, cofundador do Movimento Brasil Conservador, satirizou: “Se eu ganhasse os 300 milhões da Mega da Virada, eu dava 1 milhão para 41 senadores tirarem Toffoli, Moraes, Gilmar, Lewandowski, Marco Aurélio e Barroso do STF, um ótimo investimento”.

O jornalista Silvio Grimaldo compartilhou matéria com o resultado da pesquisa e afirmou: “A única coisa que a imprensa, congresso e STF conseguiram em 2020 com sua "atuação em defesa das instituições" foi desacreditar ainda mais essas instituições. O resultado tá aí”. 

O deputado Marcelo Ramos falou sobre a decisão do ministro Lewandowski que estendeu o estado de calamidade, dizendo: “Independente do mérito, o Poder Judiciário exorbita suas atribuições quando amplia prazos e condições que a lei expressamente estabeleceu. A decisão do ministro Lewandowski é expressão do ativismo judicial descontrolado que atenta contra a democracia e a separação dos Poderes.  Não importa se a decisão do STF é boa ou ruim. O STF não pode legislar! Se a lei diz até o dia 31, só outra lei pode ampliar esse prazo. O mais inusitado é que são os partidos políticos que transferem ao STF o poder de legislar”.

O deputado estadual Jessé Lopes apontou: “Mesmo em ano de home office, o STF gastou mais de R$ 550 milhões. É pra isso que pagamos impostos. Pro STF esbanjar em privilégios e arrombar com o brasileiro. É só lagosta e vinho importado”.

O deputado federal Coronel Tadeu se pronunciou, dizendo: “Os brasileiros estão acordando e cresce a avaliação negativa sobre o STF, diz PoderData. Os que avaliam como ‘ruim/péssimo’ passaram de 29%, em outubro, para 35% em dezembro. Eram 48% os que diziam que a atuação era ‘regular’. Agora, são 44%. ‘Ótimo/bom’ passaram de 20% para 16%”.

O deputado federal Capitão Derrite, oficial da ROTA até 2013 e dos Corpo de Bombeiros até 2018, perguntou: “Alguém sabe onde estão esses 16%???”

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, cobrou: “Os senadores que têm compromisso com os brasileiros precisam apoiar a PEC 35/2015, que acaba com a vitaliciedade do cargo de ministro do STF, além de determinar mandato de no máximo 10 anos. Assim não teremos mais ministros eternos, que passam até 40 anos mandando e desmandando”.

O general Paulo Chagas disse: 

“O Brasil é um país sem constituição. Qualquer criminoso, alfabetizado ou não, pode interpretá-la como entender. O exemplo está sendo dado pelos atuais ministros do STF. Só naquela corte temos 11 constituições diferentes, rolando ao gosto, ao humor e aos compromissos de cada um…

Golpe frustrado no STF! Segundo boato, 4 ministros abriram mão das "férias" para receber salários dobrados e neutralizar Luiz Fux durante o recesso e benefíciar "amigos" e "protegidos". Parece que Fux, usando a sua versão da CF/88, já encontrou um contragolpe e frustrou os mercenários.

A prisão do jornalista Oswaldo Eustáquio me permite constatar que há magistrados despreparados para o exercício de seus cargos e que a liberdade e a impunidade são privilégios reservados a amigos e corruPTos famosos.

Chamar os militares por causa de abusos de ministros do STF não é solução, a LAVA TOGA sim! São os nossos Senadores que devemos pressionar! Se não houver reação ficarão caracterizados o conluio e o abandono dos princípios republicanos, indicando aos quartéis os sintomas da anomia!”

O jornalista Alexandre Garcia comentou: “Parece que a gente não tem mais Congresso Nacional, não tem poder Executivo, e quem manda é um ministro do Supremo, que devia estar em férias, mas baixou uma liminar hoje. O ministro Lewandowski”. Garcia acrescentou: “Ele não quis entrar em férias e ficou lá, esperando alguma coisa. E chegou um pedido da Rede. E ele deu liminar”. Alexandre Garcia resumiu: “Uma pessoa, versus Congresso Nacional: 513 deputados e 81 senadores eleitos pelo povo para representá-lo. E um presidente de quase 58 milhões de votos, eleito pelo povo para governar. Tem cabimento isso?”

O deputado estadual Douglas Garcia disse: “O STF derrubou a liminar que permitia o funcionamento do comércio nas cidades paulistas que resolveram não se dobrar à ditadura de Dória. A única solução que nós temos é o povo na rua aos milhões”.

Diego Garcia afirmou: “Toda vez que a oposição perde uma pauta no Poder Legislativo, levam a questão ao STF e o mesmo acolhe com toda sua canalhice. Enquanto não houver uma PEC que restrinja as pautas legislativas e que respeite a independência de poderes será essa bagunça, um verdadeiro bordel”.

O conservador Felipe Dias afirmou: “A pauta mais importante para o país no momento é derrubar os ministros do STF. Em 2022 será necessário eleger apenas senadores que PROMETAM fazer impeachment do Gilmar, Lewandowski, Toffoli e etc”.

O sociólogo Eduardo Matos de Alencar disse: “Não existe tema mais relevante para a segurança nacional do que investigar o conluio Rede Sustentabilidade/STF para governar o Brasil sem voto ou legitimidade. É tão descarado que só num Estado de Exceção ele se faz possível”.

O advogado Pierre Lourenço, diretor jurídico do Instituto Nacional de Advocacia (INAD), pediu urgência para o julgamento de habeas corpus para o jornalista Oswaldo Eustáquio, preso a mando do ministro Alexandre de Moraes, e afirmou: “os inquéritos da fake news e dos atos antidemocráticos nada mais são do que instrumentos para os ministros do Supremo praticarem ilegalidades para compensar a frustração de serem quem são, pessoas vazias, ressentidas, repletas de ego e vaidades”. Lourenço explicou: “O jornalista Oswaldo Eustáquio é um preso político. Foi preso para aterrorizar a imprensa e jornalistas para que não façam matérias contra os ministros do STF. Na cadeia ele ficou paraplégico, ao menos, temporariamente”. 

O investidor Leandro Ruschel apontou: “Como o Brasil foi governado em 2020: partidos de esquerda entram com ações no Supremo e são prontamente atendidos, em decisões que roubam competências do Executivo e do Legislativo. Rede é protagonista. Até mesmo investigações esses partidos passaram a instruir”.

O senador Major Olímpio questionou: “Min. Lewandowski estende as leis de reconhecimento da calamidade pública e seus efeitos. Por mais meritório que seja o tema é absurdo o STF atropelar novamente os outros poderes. PARA QUE ELEIÇÃO? DITADURA DO JUDICIÁRIO E PRONTO?”

O deputado Marcel Van Hattem disse: “Isso é um absurdo COMPLETO. O STF está substituindo o Parlamento sem o menor pudor. Esmagando-o! Independentemente do mérito, é mais um ataque ao Estado de Direito vindo de um Ministro do STF, justamente quem deveria defender nossa Constituição e a separação de poderes”.

O advogado Jorge Fernandes alertou: “Isso já chegou ao limite nobre deputado, ou vocês agem em defesa da separação dos poderes e ao estado democrático de direito, ou, serão definitivamente usurpados pelo STF”. 

Alan Lopes, do Movimento Brasil Conservador, afirmou: “Mais uma vez o partido Rede foi ao STF e conseguiu uma decisão que dá prosseguimento ao plano dos governadores de prorrogar as medidas excepcionais adotadas em função da pandemia que perderiam validade amanhã, 31 de dezembro. Somos literalmente reféns do STF”.

Lopes acrescentou: 

— Bolsonaro aboliu radares das rodovias federais, mas o Supremo revogou a medida.

— Aboliu o DPVAT, mas o Congresso revogou a medida.

— Acabou com a multa para quem não tem cadeirinha de criança no carro, mas o STF revogou. (...)

Acabou com a obrigatoriedade de empresas publicarem seus balanços em jornais de papel (algo caríssimo e que ninguém lê, pois pode ser consultado de graça na Internet) — mas o Congresso revogou a medida.

— Zerou tarifas de importação de armas. Mas o STF revogou a medida. (...)

— Posicionou-se contra o lockdown, Mas o STF proibiu seu posicionamento, e disse que apenas estados e municípios podem implantar políticas relativas à pandemia.

Isso é normal? Qual a solução?

Com o prolongamento de mais um ano de medidas excepcionais, determinado pelo STF, significa que o Congresso vai aprovar novos períodos de auxílio emergencial, forçando o governo a se endividar para estourar o teto de gastos. O golpe está sendo construído na nossa cara.

Alan Lopes também disse: “URGENTE: STF derrubou liminar do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo que permitia bares, restaurantes e hotéis de 16 cidades funcionarem seguindo as regras da fase verde. Entenderam porque eles abriram mão do recesso? Se nada for feito, 2021 o país entra em guerra civil.” 


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