domingo, 28 de março de 2021

Deputado abre o jogo sobre ‘guerra’ travada contra Bolsonaro pelo ‘sistema’ e detona Globo


Em pronunciamento por meio das redes sociais, o deputado federal Márcio Labre, aliado do presidente Jair Bolsonaro, esclareceu a “guerra” que o chefe de Estado está travando contra o “sistema” e esmiuçou os agentes da política brasileira e o teatro de operações deflagrado após a posse de Bolsonaro na Presidência da República.

O parlamentar asseverou: “Como nossa república vinha funcionando nos últimos 40 anos? O que se montou foi uma estruturação de apropriação do Estado por conta de grupos políticos, oligarquias econômicas. Essas pessoas tomaram o Estado para si. Esses grupos, esses partidos políticos tomaram o Estado para si. Obviamente, existem conflitos internos entre eles, mas, de um modo geral, havia certa harmonia e alternância de poder para que todos conseguissem usurpar o Estado”.

Neste contexto, ele relatou: “Um presidente assumia, chamava esses líderes, caciques, como Renan Calheiros, esses que respondem a processos no STF, e negociavam o loteamento no país. Como é o loteamento? Toma essa estatal, esse ministério, você vai nomear as pessoas, controlar a estatal, os contratos, prestação de serviço, alimentação, vigilância, aluguel de carros. Dividiam essas fatias de recursos para se utilizarem dessas estruturas de poder”.

Outrossim, o congressista frisou como a velha imprensa e partidos que simulam oposição entre si agem em conluio contra Bolsonaro e fazem parte do “mecanismo”: “As empresas que faziam parte dessas licitações, por meio de cartas marcadas, laranjas, no fim das contas, pertenciam a esses caciques. Os caciques e a estrutura de poder, assim como a esquerda e o plano de poder de Lula e José Dirceu. Se não ocorresse o impeachment de Dilma, essa agenda estaria ocorrendo até hoje, destruindo a sociedade e levando o país para uma situação de Socialismo. Com a chegada de Bolsonaro ao poder, esse sistema começou a ruir. Ele mexeu na estrutura de poder e retirou essas pessoas. Ele nomeia pessoas que não têm relação com essas antiga estrutura. Tudo começou a desmoronar. A imprensa, que era cúmplice desse sistema, também fazia parte dessa farra porque também recebia recursos públicos para se sustentar, como a Globo. O monstro está sentindo dor, está definhando, está secando porque o presidente Bolsonaro está enfrentando, contra tudo e contra todos”.


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