sábado, 6 de março de 2021

Deputados, jornalistas e advogados reagem a ato de ‘tirania’ do governador do Rio Grande do Sul


A ordem do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, de proibir supermercados de venderem produtos que ele considerou não essenciais, causou revolta não apenas entre os gaúchos, mas em cidadãos de todo o País, que se manifestaram pelas redes sociais. 

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, apontou: “A medida tomada por Eduardo Leite é de uma estupidez sem tamanho. Estabelecimentos só poderão vender produtos de alimentação, higiene e limpeza, e bebidas alcoólicas estão liberadas. Onde mais aglomera, no stand de jiló? Haja paciência!! Não foi o vice que tomou medida tão absurda”.

Jefferson acrescentou: “O STF formou maioria para prorrogar a autorização concedida a governadores e prefeitos pra adotarem medidas de prevenção à Covid (...). Ou seja, empoderam os governadores e prefeitos, mas reclamam do presidente. É um jogo sujo e perverso”. 

O Secretário Nacional de Incentivo e Fomento à Cultura, André Porciúncula, alertou: “Há um fim perigoso e aterrador na escalada de violência implementada pela tirania higienista contra as liberdades essenciais. O que começou com praça fechada e hoje se transformou no poder de decidir até mesmo o que podemos ou não comprar no mercado, não irá acabar bem”.

A deputada Carla Zambelli disse: “Quando achamos que já vimos todos os tipos de arbitrariedades e autoritarismos sem a menor lógica ou função sanitária e social, lá vem mais um tucano para dobrar a meta. ‘Parabéns’, Eduardo Leite! Deve estar fazendo muito petista por aí se morder de inveja”.

A deputada também publicou uma notícia que mostra os valores das multas a serem impostas aos cidadãos, e ironizou: “Eduardo Leite já ‘pode pedir música no Fantástico’. Ele não só DOBROU a meta de arbitrariedade e autoritarismo definindo o que o povo gaúcho pode ou não comprar. Ele TRIPLICOU a meta! ‘Tirano’ é pouco para denominar um servidor público que trai desta maneira seus empregadores”.

A vereadora Fernanda Barth disse: “Temos que fazer o Brasil inteiro conhecer quem é Eduardo Leite, aquele que quer ser Presidente da República. Autoritário, prepotente e vaidoso. Um perfeito ditador. Destruindo a economia e as vidas de milhares de pessoas no RS. Em 11 meses só restringiu atividades”.

A deputada Bia Kicis afirmou: “O governador Eduardo Leite decide o que é ou não produto essencial nas prateleiras dos mercados. Entenderam? Agora o Estado decide o que sua família pode ou não consumir. O Decreto 55782 de 5 de março de 2021 vale para todo o Estado do RS. É ultrajante. Fim da liberdade! 2022 está  aí. Fiquem atentos. Esse governador quer ser candidato à Presidência da República. Você está disposto a entregar as escolhas da sua família ao Estado?”

O internauta Renan Bastos disse: “Ditadura é isso, Eduardo Leite define o que você pode ou não comer e comprar”. 

O jornalista Marcos Petrucelli lamentou: “Às vezes fico pensando que o Rio Grande do Sul, com sua histórica utopia separatista, não deveria mesmo ser um país independente. Pelo menos não faria os brasileiros se envergonharem... hoje, certamente seria um país mais medíocre que a Argentina!”

A internauta Lu Sapori afirmou: “Bem vindo à ditadura do RS do Eduardo Leite. Ele te trancou em casa e vai decidir o que você pode comprar e comer com o seu dinheiro. Os bilhões que ele recebeu do governo federal para criar medidas sanitárias não se sabe”.

O ex-ministro da Educação Abraham Weintraub postou fotografias dos supermercados com setores interditados e afirmou: “Liberdade não se compra no supermercado. Liberdade se conquista nas ruas”. 

A advogada Fabiana Barroso disse: "Gaúchos não são um povo mole, na história recente eles impediram e protestaram contra o Lularapio. Eis as imagens para que relembrem. Governador querendo dizer o que vcs podem ou não comprar no mercado? Isso não orna com o relho e as tradições do sul”.

Paula Marisa, especialista em educação e palestrante, disse: “Para quem não entendeu o que está acontecendo aqui no sul, postarei uma foto do supermercado. O imperador dos pampas decidiu que somente poderemos comprar o que ele considera essencial. DEPUTADOS GAÚCHOS ESTÃO CALADOS, lembre disso no ano que vem”.

O deputado Eduardo Bolsonaro afirmou: “Não há nada ruim que não possa piorar. O objetivo é claro, só não enxerga quem não quer. Depois ainda dirão que se trata de um gestor liberal, mas na verdade é exterminador de empregos”.

A jornalista Sandra Terena disse: “Os governadores lulotucanos tentam impor seus valores socialistas à força: impedir o cidadão de comprar o que deseja; obrigá-lo a ficar em casa; quebrar a economia; torná-lo dependente, culpar o presidente, subjugar o povo falido e por fim pagar a mídia para torná-lo heróis…”

O jornalista Rodrigo Constantino perguntou ao governador: "Você vai decidir o que pode ou não ser comercializado agora, governador? Isso não é tirania da pior espécie?”.  O jornalista disse: “Eu não admito governantes tucanos, arrogantes e autoritários, definindo o que é ou não produto essencial para o meu consumo. Nunca vou lhes dar esse direito. Já querem controlar opiniões ‘legítimas’, agora produtos 'essenciais'. Qual o próximo passo? E a ameaça vem de Bolsonaro?”;

O jornalista Rafael Fontana afirmou: “Longe de ser uma unanimidade dentro do próprio PSDB, João Doria agora precisa dividir o palco com o novo tiranete, o governador da Venezuela do Sul, Eduardo Leite, cujo maior atributo político parece ser trancafiar pessoas em casa enquanto ataca o Planalto”.

O deputado Filipe Barros disse: “‘Por questões de saúde pública’ virou gatilho linguístico com status jurídico supra-constitucional e valor político de seita inquestionável usado pra justificar qualquer arbitrariedade e violação a direitos e garantias constitucionais”.

O jornalista Paulo Briguet disse: “Jamais pensei que escreveria o que vou escrever agora, mas depois de ver o que Doria e Leite estão fazendo em seus estados, eu não tenho dúvida de que o PSDB no poder é tão desastroso quanto o PT”. 

O internauta Luiz Henrique alertou: “Primeiro decidiram o que era atividade essencial na SUA vida, agora decidem o que é produto essencial pra SUA vida.. logo decidirão se você é essencial ou não”.

O investidor Leandro Ruschel disse: “Os gaúchos precisam exigir a imediata renúncia do governador. Lugar de ditador é na rua”. Ruschel acrescentou: “Tucanos Doria e Eduardo Leite são os queridinhos dos militantes das redações. Uma avaliação simples das verbas publicitárias explica... além da proximidade ideológica”.

O deputado estadual sergipano Rodrigo disse: “Nossa solidariedade a todos os irmãos do RS. Depois de sofrerem anos as mazelas petistas, agora sofrem na mão do tirano Eduardo Leite. Esse, que como muitos, foi eleito como esperança e hoje decepcionou seu povo. Mais um traidor”.

Edson Salomão, presidente do Movimento Conservador, afirmou: “Quem determina o que é essencial para sua subsistência é o cidadão, que por sua vez pagará pelo produto! Não é um bost* que agora quer disputar o protagonismo com o geno**** calça apertada”.


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