sábado, 3 de abril de 2021

Bolsonaro reage contra política esquerdista de ‘escravização’ e tutela de índios: ‘Não pode ficar na mão dos outros a vida toda’


Em pronunciamento ao vivo, o presidente Jair Bolsonaro ressaltou a guinada empreendida por seu governo na questão indígena e os esforços destinados a permitir maior liberdade, prosperidade e independência aos índios no Brasil.

O chefe de Estado encetou: “Jogo rápido: é uma política nossa. Desde quando eu era deputado. A questão de como deve ser o tratamento para os nossos irmãos índios no Brasil. Todo mundo sabe que, hoje em dia, temos demarcados o equivalente a 14% de nosso território nacional como reserva indígena. Isso equivale a uma área maior que o Sudeste, composto por São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Uma tremenda área”.

Dessa forma, o mandatário elogiou o trabalho realizado pelo delegado da Polícia Federal responsável pela FUNAI, além de salientar a importância de integrar o índio à sociedade: “Temos aproximadamente 1 milhão de índios no Brasil. Um exemplo do que está acontecendo: índios parecis de Mato Grosso. Eles plantam. Inclusive, plantam, atualmente, 18 mil hectares de soja. Equivale a menos de 2% o tamanho de seu território. Então, na medida do possível, a FUNAI, muito bem representada, tendo à frente o delegado da Polícia Federal Xavier, está integrando cada vez mais o índio à sociedade”.

Bolsonaro explicou as necessidades dos índios e como pretende combater e dirimir as restrições decorrentes da ideologia esquerdista na questão indígena: “O índio, que é um ser humano como outro qualquer, quer a sua independência, quer fazer, dentro de sua terra, o que um fazendeiro do lado faz. No que depender de nós, depende de um projeto que está no Congresso Nacional. Se quiser garimpar, vai garimpar. Se quiser fazer com que possa ser construída uma hidrelétrica, plantar, vai poder fazer tudo lá dentro. Essa é a liberdade que estamos dando para os índios. Não pode continuar a ser, a vida toda, escravizado, na mão dos outros, tutelado”.

O chefe de Estado abordou, ademais, o estado de emergência em Aparecida e as consequências de decreto de João Doria, governador de São Paulo. 

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