sábado, 17 de abril de 2021

Roberto Jefferson confronta Pacheco por impeachment de Moraes, do STF, detona Globo e reage a Lula


O presidente do PTB, Roberto Jefferson, discorreu a respeito do STF e fez um alerta ao comparar a Suprema Corte brasileira à venezuelana: “Um presidente que não rouba e que não deixa roubar. Isso que incomoda tanto. ‘O Supremo Tribunal Federal  tornou-se uma instância política, um tribunal ideológico’ disse o senador Lasier Martins. Concordo totalmente. E torço que seja logo votado o projeto dele que estabelece mandato fixo para ministros do STF. O projeto fala em 10 anos. Talvez seja demais. Narco Corte da Venezuela: soltou traficantes e corruptos, prendeu cristãos e políticos conservadores. Formou os coletivos assas*** para mat** conservadores. Fechou mídias de direita. Defraudou 3 eleições e colocou a esquerda no poder. REPARE: tal lá como cá. A história se repete. O STF reforçou o poder do presidente do Senado de impedir que avancem pedidos de impeachment de ministros, mas Pacheco não pode impedir que sejam votados projetos para impedir ativismo judicial. Acabar com as decisões monocráticas e reduzir a idade de aposentadoria são um começo. Apesar de o STF ter desavergonhadamente lavado a ficha de Lula, a grande maioria dos brasileiros sabe o quão suja permanece sendo essa ficha”.

Nesta toada, ele fez severas críticas à velha imprensa e, em especial, à Rede Globo, além de rebater Lula: 

“A Globo vem se prestando ao nojento papel de fiscal de quem está trabalhando. Por que não vão filmar uma boca de fu** em atividade ou um baile funk? É uma canalhice sem fim. Lula disse que ‘os empresários deveriam rezar para que ele seja presidente’. O sujeito não sabe nem como reza o Pai Nosso ou a Ave Maria e quer recomendar orações em favor dele? Como se diz no popular, o diabo é ruim porque é velho.

A petralhada está indignada porque o Estadão fez um editorial chamando o lulopetismo de ‘tenebroso’. Tenebroso é pouco. O lulopetismo é criminoso, e está enfronhado em todas as esferas de poder e da sociedade. Querem Lula de volta para retomarem a roubalheira”.

O político assestou, ademais, o grau de avanço do aparelhamento institucional e da manipulação ideológica gramsciana na elite tecnocrata brasileira: “O mecanismo da esquerda financiou por trinta anos, através das universidades públicas e bolsas de doutorado, essa elite tecnocrata que está no ministério público e no judiciário. Como podemos limpar essa pústula nojenta e purulenta?”.

Neste contexto, ele rebateu críticas do PT ao presidente Jair Bolsonaro e demonstrou como a velha mídia protege João Doria, governador de São Paulo: “A Bahia, governada pelo PT, já registrou 855 mil casos de coronavírus. Se a Bahia fosse um país, estaria em 29o. no ranking mundial de óbitos por Covid, à frente de países como Israel, Portugal, Paquistão etc. Por que tantos casos? O PT não diz que sabe tudo no combate ao vírus? Vejam como funciona o ativismo jornalístico. Uma matéria no UOL fala do colapso de uma UPA na cidade de São Paulo que teve 102 mortos por Covid devido a problemas como superlotação e falta de estrutura. Não há uma só crítica ao governador ou ao prefeito de SP. Agora, se a matéria fosse sobre o governo federal, as críticas ao presidente Bolsonaro apareceriam de cima a baixo. É um jogo sórdido da imprensa, de tentar associar todas as mortes ao presidente e aliviar a barra de governadores e prefeitos. É mais do isso: é uma guerra aberta”.

O presidente do PTB criticou, também, a interferência do judiciário na programação de emissoras de TV: “Uma juíza da 26ª Vara Federal do Rio de Janeiro determinou que a Band fluminense reduza o tempo de exibição de programas de caráter religioso. Segundo a juíza, a emissora teria extrapolado o limite para esse tipo de atração que seria de 25% no dia. 
A perseguição é sistemática. Se for pra transmitir lixos como o BBB, aí pode. Mas programas religiosos, só 25% do tempo total de programação. Essa decisão da Justiça do Rio mostra bem como o Judiciário valoriza a sordidez humana em detrimento da palavra de Deus”.

Roberto Jefferson apontou, ademais, como a velha imprensa boicota a divulgação de ações de Bolsonaro para o combate à pandemia: “O presidente Bolsonaro editou MP que abre crédito extraordinário de R$ 2,6 bilhões para custear quase 8.000 leitos de terapia intensiva nos estados. A meta é ampliar o número de leitos de UTI para 21.300. Você não encontrará essa notícia na Folha, no Globo, no Estadão, no Uol… A PGR enviou ofício a todos os governadores solicitando esclarecimentos, em até 10 dias, sobre a diferença entre o número de vacinas enviadas aos estados e a quantidade de doses aplicadas. Na última vez, nove governadores deixaram de explicar os gastos com recursos da saúde”.

Jefferson compartilhou, ainda, versículo de Isaías: “Pelo que o direito se tornou atrás, e a justiça se pôs longe; porque a verdade anda tropeçando pelas ruas, e a eqüidade não pode entrar”. Ele comentou: Isaías já predizia a Justiça brasileira nos dias de hoje. Essa é a descrição do STF”.

No ensejo, ele criticou a “politicagem” envolvida na CPI para investigar a atuação do Governo Bolsonaro na pandemia: 

“O governo tem a chave do cofre e tem os canhões. O cofre foi generoso. A hora é do rugido dos canhões. Comecemos a canhonear o ninho dos urubus. Renan Calheiros disse que quer começar a CPI da Covid investigando Pazuello. Ele foi o terceiro ministro da Saúde depois de Mandetta e Nelson Teich, mas é o primeiro na linha de tiro dos anti. Por aí se vê como vai ser essa CPI.
Com as vacinas enviadas hoje aos Estados, o governo federal já distribuiu quase 54 milhões de doses. Agora pergunta quantas doses já foram aplicadas pelos governadores e prefeitos? Pois é, mas a culpa de tudo é do Bolsonaro.
Renan, provável relator da CPI da Covid, em conversas com Lula sobre eleição presidencial? Fiquem atentos a essa conversa. Estão querendo blindar os governadores na CPI.
O que vocês acharam do Renan para relator da CPI da Covid? Vai focar no governo federal e aliviar para os governadores e prefeitos?
Quem colocará limite no ativismo do STF? Como criança mimada age sem freio. Quem dará as palmadas no bumbum dos urubus? O poder Executivo? As FFAA? O Senado? Ou nós, o povo?
Carmen Lúcia foi sorteada para ser relatora da notícia-crime apresentada contra o ministro Ricardo Salles. Não precisa sequer de bola de cristal para antever o resultado.
Apesar de terem estendido a CPI para prefeitos e governadores, alguém acredita que realmente irão investigar alguém que não seja o presidente?
A China teve um crescimento recorde de 18,3% do PIB no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. O país que espalhou o vírus pelo mundo é o único que está crescendo. Os chineses deviam ser processados pelos prejuízos da economia mundial.
O desembargador Marcelo Buhatem, presidente da Associação Nacional dos Desembargadores, disse à Revista Oeste que toques de recolher impostos por governadores são inconstitucionais. Isso todo mundo sabe, mas o STF não segue a Constituição, somente os ‘entendimentos’.
O governo de São Paulo anunciou que vai permitir cultos religiosos em igrejas a partir deste domingo. Mas como a esquerda odeia igreja aberta, não demora e vão entrar na Justiça pedindo para reverter a decisão. Os partidos de esquerda só rezam para Deus Lula”.

Nesta oportunidade, Jefferson fez severas críticas à atuação do STF e pressionou pelo impeachment de ministros, em especial de Alexandre de Moraes: 

“O STF decidiu obrigar o Senado a abrir uma CPI, segundo eles, ‘acatando a Constituição’. Mas o mesmo STF disse que não pode obrigar o Senado a votar impeachment de ministros, porque aí fere a separação de poderes que está na Constituição. É cara de pau que chama?
Já pensaram se o presidente editasse um decreto obrigando o STF a julgar um processo que se encontra parado? Seria um escândalo, não é mesmo? Mas o STF anular decretos ou obrigar o presidente a explicar isso ou aquilo não é visto como escândalo. O Poder Executivo não vale nada.
Pelo princípio da separação dos poderes previsto na Constituição, o STF não poderia obrigar o Senado a abrir CPI ou a Câmara a se manifestar sobre impeachment de presidente, assim como o Congresso obrigar o STF a julgar um processo que está parado. Mas no Brasil de hoje vale tudo.
Imprensa afirma que depois da decisão do STF, Lula vai procurar Renan Calheiros para conversar sobre 2022”.

Neste contexto, o político compartilhou uma proposição de Graciela Nienov: “Uma boa medida para reduzir a inação do Senado em relação aos ministros do STF seria a Câmara mudar a legislação em relação aos pedidos de impeachment. A mudança seria permitir que os pedidos também pudessem dar entrada pela Câmara, e não apenas pelo Senado. É uma ideia”.

Ademais, ele repassou uma mensagem de Getúlio Batista, presidente do PTB no Rio Grande do Norte: “Somos motivo de chacota fora do Brasil, parece piada, Renan Calheiros relator da CPI da Covid, com 17 inquéritos em curso no STF e réu em ação penal. Meus Deus, afronta moral, constitucional e um exemplo de que o Brasil não é um país para amadores”.

O presidente do PTB foi enfático ao criticar decisão do STF que anulou condenações de Lula, além de censurar o favorecimento a partidos de esquerda:

“Para relembrar:
Lulalau não pode se candidatar.
Candidato não pode ganhar.
Ganhando não pode tomar posse.
Deus. Pátria. Família. Vida. Liberdade.
Qual será o próximo passo agora do STF em relação a Lula? Julgar alguma ação de indenização por ele ter ficado preso? Você duvida que surja algo neste sentido?
Se sentindo cada vez mais poderosos, o Psol e o PT protocolaram 14 projetos de decreto legislativo para retirar os Correios, a Eletrobras e a EBC do Programa Nacional de Desestatização proposto pelo governo. E se não conseguirem aprovar os projetos, sabem que contam com o STF”.

Dessa forma, ele proferiu críticas ao STF, a Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, a Davi Alcolumbre, ex-presidente do Senado que engavetou pedidos de impeachment de ministros do STF, e a Kássio Nunes Marques e Alexandre de Moraes, ministros do STF: “Se o STF entendeu que Pacheco tem o poder de tomar uma decisão monocrática de não colocar em votação os pedidos de impeachment de ministros do STF, a mesma situação envolveria pedidos de impeachment do presidente da República. Cabe ao presidente da Câmara a decisão.

Alcolumbre escolheu Pacheco para seu sucessor e lhe incumbiu de impedir que avancem no Senado os pedidos de impeachment de ministros do STF e CPIs como a Lava Toga. E agora o STF lhe garantiu esse poder, de impor sua decisão de não levar os pedidos à frente. O sistema se protege. 

Kassio Nunes Marques rejeitou o pedido para acelerar, no Senado, a abertura do impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Uma bola fora de Kassio Nunes. Pacheco prevarica ao amarrar os pedidos de impeachment de ministros, da mesma forma que Alcolumbre também prevaricou.
Kassio Nunes, ao se negar a obrigar o presidente do Senado a colocar em votação os pedidos de impeachment de Alexandre Moraes e Gilmar Mendes, estimulou que Pacheco se sinta com poder de impedir as ações com canetadas. E Pacheco mostra que foi o escolhido de Alcolumbre para isso”.

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