segunda-feira, 17 de maio de 2021

Bolsonaro chama Renan de crápula, fala sobre mandantes de Adélio, destroça Lula, critica Sergio Moro e detona Mandetta: ‘Perneta!’


Em pronunciamento no Mato Grosso do Sul, o presidente Jair Bolsonaro rememorou a campanha eleitoral de 2018, fez uma revelação no que concerne a como decidiu concorrer, fez severas críticas ao ex-ministro Mandetta, desabafou no que diz respeito à escolha de Sergio Moro como ministro, voltou a desqualificar Renan Calheiros, chamando-o de crápula, e alertou para o impacto do resultado das eleições de 2022 para o futuro da composição dos integrantes do STF.

O chefe de Estado encetou: “Deram azar. Se Deus quiser, a nossa Polícia Federal vai chegar no final da linha sobre quem são os mandantes deste crime. Até eu me surpreendi. Pensei: Vou fazer campanha em cima da verdade. Comecei a me escorar em João 8:32. Para qualquer lugar que ia, falava a verdade. Como é difícil montar um ministério. Buscamos um ministério técnico. Em alguns, eu quebrei a cara, como o da Justiça. E o da Saúde, o ‘Perneta’”.

No ensejo, Bolsonaro assestou: “Fazem a CPI para apurar omissões do Governo Federal, mas, na hora de convocar governadores, não. E o crápula ainda diz que não é para investigar desvios (...). Há uma passagem em Provérbios que diz: se te mostrares frouxo diante de angústia, sua força será pequena. Temos de enfrentar os problemas”.

O representante também expôs sua interpretação quanto à vitória nas eleições: “Quem poderia acreditar que um cara sem dinheiro, sem partido, sem nada, iria se eleger? Algo de anormal aconteceu no Brasil. Teve a mão daquele que aqueles que acreditam sabem quem é”.

Neste contexto, o mandatário criticou o MST e voltou a alfinetar o TSE e o STF: “O MST broxou. O Stédile estava reclamando. O que fizemos? Acabamos com dinheiro para ONGs, para esses picaretas. Tira a gasolina do carro do cara que ele não vai andar (...) Vejam o que aconteceu na Venezuela, o que está acontecendo na Argentina. Queremos isso para nós? (...) O bandido foi tornado elegível para o ano que vem. Ele só ganha na fraude no ano que vem. Se o Congresso Nacional promulgar a PEC do voto impresso, teremos voto impresso no ano que vem. Eleições, daqui para a frente, só com voto impresso. Eu respeito as decisões do Parlamento Brasileiro e os outros poderes também têm que respeitar”.

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