quinta-feira, 6 de maio de 2021

Bolsonaro confronta Barroso, ministro do STF, volta a alertar para decreto e defende manifestações do povo


Em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro lembrou seu pronunciamento nesta semana, quando disse que poderá usar um decreto para garantir direitos fundamentais. O presidente falou sobre as manifestações que lotaram ruas em todo o Brasil e questionou se está na hora de garantir o direito de ir e vir, o direito ao trabalho, o direito de culto. Bolsonaro disse que ter que agir para garantir direitos fundamentais, expressos em cláusulas pétreas da Constituição, “é o fim da picada”. O presidente acrescentou: “Agora, se for necessário, nós vamos fazer isso aí”. O presidente reiterou ainda que, se tiver que baixar um decreto, ele será cumprido, e ninguém questionará os direitos fundamentais do artigo 5º. Bolsonaro apontou: “o Supremo é o guardião da Constituição”. 

O presidente também fez duras críticas ao presidente do TSE e ministro do STF, Luís Roberto Barroso, que foi à imprensa para se manifestar contra o voto impresso auditável. Bolsonaro disse: “acho que é o dono do mundo, o Barroso. O homem da verdade absoluta. Não pode ser contestado”. O presidente apontou que a população não tem confiança no sistema eleitoral e disse: “a única republiqueta do mundo é a nossa que aceita essa porcaria do voto eletrônico”. O presidente manifestou apoio à PEC da deputada Bia Kicis e afirmou: “Digo mais: se o Parlamento brasileiro aprovar e promulgar, vai ter voto impresso em 2022”. O presidente acrescentou: “se não tiver voto impresso, não vai ter eleição”. 


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