segunda-feira, 10 de maio de 2021

Juiz dá lição de moral após deputados de esquerda tentarem anular nomeação de Bolsonaro


Os deputados Túlio Gadelha e Benedita da Silva, entre outros, moveram ação popular contra a nomeação de André Porciúncula para o cargo de Secretário Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, alegando que Porciúncula não poderia ocupar o cargo por ser cristão. O pedido foi negado pelo juiz, que apontou a “odiosa discriminação religiosa”. 

André Porciúncula noticiou a decisão, comentando: 

Saiu a decisão da Ação que visava me afastar do cargo da Rouanet, movida pelos deputados Túlio e Benedita. O senhor juiz,  Itagiba Catta Preta, negou o pedido e ainda salientou, nas palavras dele, que o pedido era por motivos “ideológicos e ODIOSA DISCRIMINAÇÃO RELIGIOSA”.

Ainda reforça o juiz: "Os  autores  populares  não  conseguem  esconder  que,  por  trás  de  toda  sua  argumentação,  está  o intuito  imediato  de  afastar  do  Cargo  ou  das  atribuições  em  comento,  o Secretário,  por motivos ideológicos e odiosa discriminação religiosa."

Mesmo diante disso, parece que os deputados continuarão com a discriminação religiosa (cristofobia) e irão recorrer da decisão do juiz.

Queria reforçar que a sentença é uma aula de direito e integridade. Parabéns ao senhor juiz Itagiba Catta Preta!


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