quarta-feira, 26 de maio de 2021

Senador cita oito governadores que devem ser convocados na CPI, expõe filho de Renan e retruca ataques a Bolsonaro


Em coletiva de imprensa abordando a CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça”, e “Tribunal de Renan Calheiros”,  após sessão que ouviu o depoimento da médica Mayra Pinheiro, o senador Marcos Rogério expôs a política do governador de Alagoas, Renan Filho, que é filho de Renan Calheiros, relator da comissão parlamentar de inquérito. 

Dessa forma, Marcos Rogério explicitou a hipocrisia e as contradições de Renan Calheiros, político que vem criminalizando a conduta do presidente Jair Bolsonaro e de integrantes do Ministério da Saúde por prática realizada pelo governo de seu filho: “No dia de hoje, tive a oportunidade de apresentar evidências que mostram a farsa dessa narrativa da oposição. Comecei pelo estado do relator, Renan Calheiros, o estado de Alagoas. Apresentei um documento para confirmar que, em Alagoas, o tratamento se impõe. Inclusive, com um documento da página oficial de Alagoas”.

Ademais, o parlamentar negou distorções que alegaram que Mayra Pinheiro estaria contradizendo depoimento do General Eduardo Pazuello, abordou o ataque hacker a uma plataforma do Ministério da Saúde, elogiou a qualificação da secretária do Governo Bolsonaro e sintetizou: “A narrativa da oposição não pára em pé. Se a oposição não quer buscar os fatos, as evidências, os testemunhos para formar o seu juízo, é nosso papel apresentar documentos e comprovações do que acontece nos estados do Brasil (...)”. 

No ensejo, o senador assestou a existência de um “gabinete paralelo” gerindo a CPI e explicou a iminente convocação de governadores: “Requerimento de convocação de prefeitos e governadores. Esse é o grande avanço. Essa notícia já tinha sido veiculada após reunião do grupo do gabinete paralelo da CPI, que se reúne secretamente sem a participação de todos (...). É seguir de verdade o caminho do dinheiro, saber o que foi feito com os bilhões. Há suspeita de desvios, contratos fictícios, corrupção. Há inquéritos encaminhados. Seria impossível a CPI não investigar o que aconteceu lá na ponta, em estados e municípios. Temos oito governadores de estados que devem ser convocados. Temos de seguir o rastro das operações da Polícia Federal”. 


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