terça-feira, 11 de maio de 2021

Senador desmascara discurso de Renan e Randolfe para incriminar Bolsonaro em CPI e aborda convocação de governadores


Em coletiva de imprensa, o senador Marcos Rogério denunciou métodos espúrios utilizados por opositores do presidente Jair Bolsonaro para incriminá-lo, instrumentalizando a CPI com finalidades políticos-eleitorais e criando uma “cortina de fumaça” para proteger governadores. O parlamentar declarou:  “É risível, não cabe mudar bula por decreto. É uma forçação de barra. A CPI vem se tornando, está se tornando uma cortina de fumaça para esconder aquilo que nos interessa investigar: possíveis desvios de recursos públicos nos estados e municípios. Recursos que faltaram para a estruturação da rede de saúde e comprometeram o atendimento das pessoas”.

No ensejo, o senador propôs seguir o rastro do dinheiro: “É preciso enfrentar, de fato, e seguir o caminho do dinheiro. Operações policiais ocorreram em vários estados e municípios brasileiros. Com indícios fortíssimos de desvio de finalidade e corrupção. Se não seguir o caminho do dinheiro, pouco vai esclarecer”.

Dessa forma, Marcos Rogério assestou a hipocrisia de senadores de esquerda que insistem em atacar Bolsonaro de forma desmedida e sem fundamento: “A oposição tenta forçar a barra para colocar um carimbo de ‘culpado’ no peito do presidente Jair Bolsonaro. É o que se verifica todos os dias: as narrativas conduzem a essa assertiva. Que deixem de antecipar juízos de valor e façamos investigações. É uma retórica repetida sempre para passar a mensagem para a sociedade de que há um culpado e é o presidente da República. Estão com uma trave nos olhos e querem tirar um cisco dos olhos do presidente Bolsonaro. Não querem investigar a conduta de governadores, prefeitos, muitos deles acusados de crimes gravíssimos, de desvios. A CPI não pode ser seletiva”.

Ao salientar que é preciso começar a convocar os gestores estaduais, o senador foi questionado por jornalistas quanto à convocação do governador Renan Filho e o senador declarou: “Adoto como premissa analisar os documentos. Onde aconteceu operação policial e indícios mínimos de conduta vedada. Não convoco por convocar. É preciso ter o mínimo de lastro, não podemos usar a CPI como palco político-eleitoral. Se tiver que convocar, chegar lá, a CPI não pode fugir dessa obrigação. Não podemos ter investigados prediletos, temos de saber para onde foi o dinheiro enviado pelo Governo Federal”.


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