domingo, 27 de junho de 2021

Bolsonaro responde a CPI da Pandemia e STF: ‘ inacreditável o que acontece naquele nosso Supremo Tribunal Federal’


Na véspera da ‘motociata’ de Chapecó, o presidente Jair Bolsonaro falou a empresários após uma visita técnica às instalações da Sede Administrativa da Cooperativa Central Aurora Alimentos. Em um longo discurso, o presidente relembrou sua trajetória até as eleições e os desafios na formação de seu governo. Bolsonaro respondeu aos que buscam tirá-lo do poder, fazendo críticas ao STF e à CPI da pandemia, e defendeu o voto impresso auditável. 

O presidente apontou que a economia brasileira está se recuperando das consequências da pandemia, e que pôde se manter, em boa parte, graças ao agronegócio. Ironizando críticas de membros da CPI, Bolsonaro sugeriu: “eles podiam seguir um exemplo nosso: não roubar”, e foi intensamente aplaudido. 

Bolsonaro fez duras críticas ao comando da CPI e ao STF: “Renan Calheiros virou o pai da moralidade, com 17 inquéritos no Supremo. Omar Aziz é outro: com a esposa e família toda presa, há pouco tempo, virou paladino da ética, o homem que está salvando vidas. O Supremo determinou a abertura da CPI e agora faculta a governadores não comparecer à CPI. O corrupto é quem manda o dinheiro, e não quem recebe. É inacreditável o que acontece naquele nosso Supremo Tribunal Federal”.

O presidente reafirmou que indicará um evangélico para o STF em julho, e acrescentou: “lógico que, além de evangélico, esse sim com notório saber jurídico”. Bolsonaro acrescentou: “Quem porventura se eleger em 2022, no primeiro semestre de 23, indica mais dois nomes”.

Bolsonaro afirmou: “Quando se fala naquele cara… olha: tiraram ele da cadeia. Tornaram ele elegível. Com toda a certeza, para ser presidente, na fraude. Com essa votação, com esse critério eletrônico que está aí, ele pode chegar. Mas, com o voto auditável, ele não chega. Acho que todos já ouviram dos políticos que a democracia não tem preço. Se não tem preço, a gente acha 2 bilhões para colocar as urnas em condições de imprimir o voto. 

Dizer ao ministro Barroso que, ao contrário do que ele prega por aí, ninguém vai levar o papel para casa, nem vai tocar no papelzinho. Ele vai cair diretamente na urna e depois vai ser recontado (...).Eu tenho dito: eu tenho provas na eleição para presidente. Vou apresentar. Agora, pode ter fraude também para senador, para governador, por que não?”


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