sábado, 19 de junho de 2021

Capitão Wagner detona Renan Calheiros ao apontar ilegalidades ‘gravíssimas’ na CPI


Em pronunciamento ao vivo, o deputado federal Capitão Wagner enumerou graves ilegalidades na condução da CPI da Pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”, assestou a parcialidade e a suspeição de Renan Calheiros, corroborou a revolta do senador Eduardo Girão diante de atos de “blindagem” no que tange à investigação de práticas de corrupção e qualificou a Comissão Parlamentar de Inquérito como uma “vergonha”. 

O parlamentar explanou: “O assunto é grave. É gravíssimo. A gente está vendo, na CPI, não somente uma condução completamente política, mas uma condução completamente ilegal. Recusaram-se a ouvir o responsável por uma compra de R$48 milhões. Seriam 300 respiradores e não foram entregues, causando prejuízo de quase R$50 milhões, sendo R$10 milhões só no Ceará. Era para os senadores estarem focados nesses fatos. A grande maioria dos senadores da CPI são do Nordeste. Por que eles não querem investigar este caso? Estes governadores do Nordeste têm relação de muita proximidade com esses senadores da CPI”.

Nesta toada, o congressista esmiuçou: “O caso mais emblemático é de Renan Calheiros, que é pai do governador de Alagoas (...). No Consórcio Nordeste, a empresa tinha só duas notas fiscais emitidas. Foi criada só para dar o golpe, tomar o dinheiro do povo. É importante que a gente possa mostrar para o cidadão brasileiro que essa CPI é a CPI da omissão, da vergonha, do circo, da palhaçada (...). Imagine se um delegado, em um inquérito, sai do local e se recusa a ouvir quando a testemunha não concorda com ele”.


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