sexta-feira, 18 de junho de 2021

Flávio Bolsonaro pede remoção urgente de Renan Calheiros da relatoria da CPI e escancara suspeição do senador


O senador Flávio Bolsonaro falou durante a sessão de hoje da CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”, quando criticou duramente a atitude do relator, senador Renan Calheiros, que abandonou a sessão durante a oitiva de testemunhas. Flávio Bolsonaro fez um apelo: “Queria solicitar a algum membro da CPI que faça o requerimento da destituição de Renan Calheiros da relatoria da CPI. Tudo aquilo que se discutia na teoria sobre a suspeição de Renan Calheiros já se confirmou com casos concretos, reais. Essa postura que ocorreu hoje, de se levantar da CPI, em desrespeito às pessoas que estão aí e a todos os membros da CPI, em desrespeito ao Senado Federal, é uma postura reprovável. É um carimbo na testa de que ele não tem a menor possibilidade de continuar nesta relatoria”

O senador explicou: “É um caso concreto de que ele não atende ao requisito de alguém que tem de formatar um relatório final: é clarividente, ele não respeita o contraditório. Ele já tem uma opinião pré-concebida. Hoje, está provado que ele não tem a menor condição de continuar na relatoria. Ao não respeitar o contraditório, torna qualquer decisão absolutamente nula”

Flávio Bolsonaro reiterou que já havia arguições de suspeição contra o senador Renan Calheiros: “Ele não poderia ser relator por causa do seu filho, que é governador de Alagoas. Ele votou contra a convocação de Carlos Gabas, diretor do Consórcio Nordeste, que fez uma compra fraudulenta. Comprou de empresa fantasma que não entregou os respiradores. Para proteger seu filho, Renan Calheiros deu a prova real, a prova concreta de que está impedido para exercer esta função. Todo o Brasil assistiu atônito”.

O senador também rebateu acusações feitas contra ele pelo ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, reiterando também que o relator tratou de forma muito diferente o governador cassado: “Com Wilson Witzel, ele mostrou a sua parcialidade. Por muito menos, pediu voz de prisão para depoente. Wilson Witzel é um ladrão, corrupto, assass*. Quero estar presente nesta reunião reservada. Até onde tenho conhecimento, em alguns equipamentos federais da saúde no Rio de Janeiro, há donos, sim. Por exemplo, Rodrigo Maia”.


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