segunda-feira, 21 de junho de 2021

Senador Marcos do Val critica Renan Calheiros por ato na CPI contra ministro de Bolsonaro e dá lição de moral


Em debate com a presença de Marcelo Queiroga, ministro da Saúde de Bolsonaro, na Comissão Temporária do Senado Federal para o enfrentamento da Pandemia, o senador Marcos do Val fez severas críticas ao abordar o anúncio realizado por Renan Calheiros, relator da CPI da Pandemia - também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça”, e “Tribunal de Renan Calheiros” -, de que Queiroga passaria a constar oficialmente como “investigado”.

O parlamentar declarou: “Eu queria só aproveitar o tempo que eu tenho para dizer ao Ministro para manter a força. Eu também integro a CPI da Covid e estou muito entristecido com a decisão do Relator [Renan Calheiros]. Ministro, o senhor não está sozinho. Nós temos aí um grupo grande de apoio. Eu sei que você está gerenciando uma das maiores crises que o País já vivenciou e ainda, agora, tem que gerenciar a própria crise da sua carreira, do seu nome. Eu sei que isso envolve um abalo muito grande com a família. Quero agradecer à equipe que está ao seu lado, mantendo este foco em ajudar os brasileiros. Isso vai fazer parte da história, e o senhor, como um grande homem e um grande líder, está à frente dessa pasta.”.

O ministro Queiroga, por sua vez, frisou os substanciais esforços do Governo Bolsonaro para o enfrentamento da pandemia. O ministro aventou: “Há cerca de 90 dias, eu assumi a condução da pasta, com o objetivo de aprimorar todas as ações que o Ministério da Saúde já executava no enfrentamento à pandemia. Todos sabemos que essa é uma emergência de saúde pública de importância internacional, que não afeta somente o Brasil. O nosso País, pelas suas características de país continental, e com a heterogeneidade do nosso sistema de saúde, vem sendo fortemente atingido por essa pandemia desde 13 de março de 2020, quando foi assim considerada pela Organização Mundial da Saúde (...) Nós já adquirimos, através de uma estratégia variada, mais de 630 milhões de doses de vacinas. Essa estratégia se baseou primeiro num acordo de transferência de tecnologia, uma encomenda tecnológica, entre o laboratório AstraZeneca e a Fundação Oswaldo Cruz. Esse acordo já foi devidamente firmado e agora, no segundo semestre, nós já podemos produzir vacinas com IFA nacional”.  Assista.


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