terça-feira, 22 de junho de 2021

Senador Marcos Rogério escancara hipocrisia de CPI e rebate Renan, Randolfe, Omar e Otto


Em coletiva de imprensa ocorrida durante sessão da CPI da Pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça”, e “Tribunal de Renan Calheiros”, o senador Marcos Rogério explicitou a hipocrisia de Renan Calheiros, Omar Aziz, Randolfe Rodrigues e Otto Alencar no trato de questões pertinentes à Comissão Parlamentar de Inquérito.

Neste contexto, o parlamentar asseverou: “Há um nível de hipocrisia no âmbito da CPI que não é admissível.  Quando o erro parte de alguém de fora, os fatos são dinâmicos, a ciência evolui. Parece que os que estão na CPI comemoram o fato de as projeções [otimistas] de Osmar Terra não terem se confirmado, como se fosse um fato positivo. Eu lamento. Preferiria estar comemorando hoje o acerto dessas projeções, as quais teriam poupado vidas”.

Outrossim, ele salientou: “O que importa na CPI são as narrativas. Quando é de alguém do governo, o erro é tratado como algo fatalístico. Não se pode mudar: ‘Você errou, a sua opinião não serve’. Colocam imagens na CPI de reunião do presidente Jair Bolsonaro com médicos, como se fosse um gabinete paralelo, um crime. Perguntei se foi uma reunião secreta e Osmar Terra respondeu que foi transmitida ao vivo pela internet. Como querem rotular como crime algo assim?”.

Nesta toada, o congressista explicou o caráter de perseguição política que permeia as ações empreendidas pela cúpula da CPI: “Tentam criminalizar o que não é crime e, ao mesmo tempo, criam blindagem para a investigação não chegar a estados e municípios. Eles fizeram tudo certo? Inclusive, estados que são de oposição ao Governo Bolsonaro. E lá, onde o número de mor* foi maior proporcionalmente? Vejo um nível de hipocrisia e contradição nesta CPI que não dá para aceitar”.


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