quarta-feira, 23 de junho de 2021

Senadores batem boca na CPI sobre Witzel e Carlos Gabas: ‘Oportunista, condenado’


Por ocasião de sessão da CPI da Pandemia destinada à votação de requerimentos, senadores entraram em confronto verbal no decorrer de debate a respeito de futuras audiências com Wilson Witzel, ex-governador do Rio de Janeiro. O ex-governador, cassado, pediu para ser ouvido em sessão secreta e em local diferente, o que causou protestos por parte dos senadores. 

O senador Jorginho Mello apontou: “condenado não tem que estar impondo lugar para ser ouvido. Ele não tem moral nenhuma para fazer nós irmos correr atrás dele no Rio de Janeiro (...). Não podemos gastar mais dinheiro público com quem fez patifaria. Se ele tem dificuldade para andar na rua, em avião de carreira, é porque ele botou a mão no baleiro. E picareta tem que ser hostilizado pelo povo brasileiro”. 

O senador Fernando Bezerra questionou o que acontecerá se foram relatados fatos fora do escopo da CPI, e apontou: “todos sabem que tem uma disputa política entre o ex-governador e o grupo político do presidente”. 

Após o presidente da CPI, Omar Aziz, dizer que o ex-governador havia relatado coisas graves e afirmar que “não podemos fazer ouvidos de mercador para uma coisa dessas”, o senador Marcos Rogério lembrou que, anteriormente, o comando da CPI recusou-se a ouvir o sr. Carlos Gabas sobre os negócios suspeitos do Consórcio Nordeste. “Veja a coerência da CPI, que diz que quer investigar com profundidade, um governador condenado, mas não aceitou investigar Carlos Gabas, ex-secretário do Consórcio Nordeste”. 


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