quinta-feira, 8 de julho de 2021

Bolsonaro desafia CPI a investigar esquema de Dilma para 'importar' espiões cubanos infiltrados


Durante sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro relembrou o programa Mais Médicos, encerrado por Cuba logo após a confirmação de sua eleição, e fez uma provocação ao comando da CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”. Quando o ministro Marcos Pontes elogiava o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, Bolsonaro disse: “tem que ser pessoas de fora para reconhecer o valor e o empenho do governo brasileiro. Aqui de dentro, a gente tem que depender de grande parte da nossa mídia, você só tem, não é notícia ruim, não. Tem é fake news, tem mentira o tempo inteiro”. 

O presidente acrescentou: “uma curiosidade para a CPI - vocês podiam analisar aí o contrato com os médicos cubanos via OPAS, feito por Dilma Rousseff. E deixar bem claro: eu não acabei com o projeto Mais Médicos cubanos. Quando eu ganhei as eleições, eles foram embora, porque sabiam que a farsa ia ser descoberta. A gente ia pegar os caras, fazer um testezinho simples e iam ver que tinha muitos cubanos aqui que na verdade eram agentes do serviço de inteligência cubano. E mais ainda: não é justo o governo federal, nós, pagarmos 12 mil por um médico e um pouco mais de 9 mil reais ir para o bolso aí da ditadura, dos ditadores cubanos. Com toda certeza, uma parte dessa grana voltava para cá também. Então, a CPI podia apurar isso aí. mas… querer decência por parte do G7 da CPI é perder tempo. Renan Calheiros! Deita aí para esperar minha resposta sobre as suas perguntas. Deita você, o Randolfe e o Omar. O trio aí, dorme aí, fica esperando uma resposta. Eu não vou responder para gente sem qualificação como você”. 

Assista ao trecho da live do presidente Jair Bolsonaro e relembre denúncia realizada pelo senador Ronaldo Caiado em 2015.


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