segunda-feira, 12 de julho de 2021

Presidente da Câmara se pronuncia após pressão da esquerda por impeachment de Bolsonaro e dá lição - Arthur Lira


O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, pronunciou-se, pelas redes sociais, em resposta à pressão das esquerdas e da velha imprensa pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro. 

Arthur Lira disse: 

“Nossas instituições são fortalezas que não se abalarão com declarações públicas e OPORTUNISMO. Enfrentamos o pior desafio da história com milhares de mortes, milhões de desempregados e muito trabalho a ser feito.

Em uma hora tão dura como a que vivemos hoje, saibamos todos que o Brasil sempre será maior do que qualquer disputa política. Tenhamos todos, como membros dos poderes republicanos, responsabilidade e serenidade para não causar mais dor e sofrimento aos brasileiros.

Reitero o meu compromisso: a Câmara avançará nas reformas, continuará a ser o poder mais democrático e plural do país e não se deixará levar por uma disputa que aprofunda ainda mais a nossa crise.

A Câmara será sempre a voz de um povo livre e democrata e sempre estará pronta para ajudar o Brasil a continuar a crescer e se encontrar  com seu destino de país desenvolvido e socialmente justo.

Deixemos que o eleitor tenha emprego e vacina, que deixe o seu veredito em outubro de 2022 quando encontrará com a urna; essa sim, a grande e única juíza de qualquer disputa política. O nosso compromisso é e continuará sendo trabalhar pelo crescimento e a estabilidade do país”.

Em entrevista, Lira complementou: “Não podemos estar o tempo todo com rupturas políticas, nem a nível de golpe, nem a nível de impeachment, o tempo inteiro caindo sobre a cabeça de todos os brasileiros e todos os candidatos, principalmente o presidente da República”. 

No ensejo, ele acrescentou: “Essas instabilidades causam, não tenho dúvida, uma ruptura política grande no país. Se o sistema presidencialista com uma Constituição parlamentarista vêm se desencontrando, é importante que a gente dê homogeneidade”. 

Nesta toada, o presidente da Câmara sugeriu debates para reformas políticas que possam passar a viger a partir de 2026: “Ou um Parlamentarismo Avançado ou um Presidencialismo Puro. Com essa desunião entre Constituição e sistema, está difícil, isso causa muita instabilidade para uma democracia jovem. Quando um presidente cai, assume um vice que não teve votos, que não tem compromisso, que pensa diferente, ou tem novas eleições. Você tem uma mudança no que a população escolheu. Temos de caminhar para um modelo mais estável, previsível”.


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