quarta-feira, 14 de julho de 2021

Senador Girão empareda Omar ao apontar envolvimento de dois ex-ministros de Dilma no Consórcio Nordeste - CPI


Em pronunciamento no Senado Federal, o senador Eduardo Girão pressionou Omar Aziz, presidente da CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”, a dar espaço para uma oitiva do ministro Wagner Rosário, da CGU. Girão salientou as importantes descobertas de irregularidades e desvios milionários envolvendo estados e municípios, além de proferir críticas veementes a arbitrariedades de Omar Aziz, de Renan Calheiros e da “panela” que comanda a Comissão Parlamentar de Inquérito.

Girão encetou: “Começamos a CPI com um grande equívoco. O reverendo que estava marcado para amanhã apresentou um atestado de uma crise renal. O presidente Omar Aziz, de maneira muito arbitrária, que é o que marca esta CPI, a deselegância, mandou que a perícia do Senado o reexaminasse. O médico que deu atestado para ele é colocado em xeque. Sei que os médicos estão sendo perseguidos no Brasil”.

Nesta toada, o parlamentar ressaltou: “Estou pedindo há mais de 1 mês, aprovamos o nome do ministro Wagner Rosário, da CGU. Ele já deu entrevistas e quer vir à CPI, quer mostrar os dados (...). Ele já apresentou 53 operações de checagem em estados emmunicípios e já viu um prejuízo multimilionário. Um deles é o esquema escandaloso do Consórcio Nordeste, 300 respiradores com pagamento adiantado, quase R$49 milhões, e até hoje não recebidos. Envolvem, pelos documentos a que tivemos acesso, dois ex-ministros do Governo Dilma. É por isso a blindagem? (...) Essa CPI só faz o que quer, decidem na calada da noite, decidem no grupinho, na panelinha deles, mas vou continuar insistindo para que possamos ouvir tanto o ministro quanto peças chave do Consórcio Nordeste”.


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