quarta-feira, 14 de julho de 2021

Senador Marcos Rogério aponta ‘circo dos horrores’ na CPI, ‘teatro da maldade’, vingança e ‘falta de inteligência’


Em coletiva de imprensa a respeito da CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”, o senador Marcos Rogério elucidou as distorções e os estratagemas empregados por Renan Calheiros, Omar Aziz e Randolfe Rodrigues com a finalidade de incriminar o Governo Bolsonaro.

O senador apontou que, na sessão de hoje, o comando da CPI se irritou porque a depoente confirmou os fatos apresentados pelo governo federal. Marcos Rogério disse: “No geral, o depoimento de Emanuela Medrades é um depoimento que interessa ao Governo Bolsonaro porque repõe a verdade e afasta as narrativas. Fato é que a oposição está patinando sem provas. A oposição acusa sem evidências. Eles constroem narrativas para vender para fora, mas, para o processo, o necessário são provas, evidências, fatos. Isso, eles não conseguem. Na falta de provas, criam factóides, criam narrativas”

O senador mostrou as incoerências na narrativa da “panela” que comanda a CPI, dizendo: “Dizem que seria a vacina mais cara adquirida pelo governo. O governo não pagou um centavo nesse contrato. Nem um centavo de dólar ou de real foi pago neste contrato, mas a oposição disse que é o maior escândalo de corrupção do Governo Bolsonaro. Veja, quem está dando atestado de honestidade é a oposição. Quanto foi pago? Zero, nada, nem um lobista beneficiado. Eles estão olhando no espelho, no retrovisor, dos governos Lula e Dilma. Lá, sim, tivemos escândalos e desvios de bilhões de reais”

Marcos Rogério denunciou os estratagemas utilizados na comissão: “Fecham os olhos e tapam os ouvidos com relação a escândalos do Nordeste, no Rio de Janeiro, que inclusive renderam cassação de governador. Tratam corruptos como heróis e tentam pegar o presidente, que não tem nem uma acusação contra ele, e querem colocar o carimbo de governo desonesto”.

O senador explicou: “No Nordeste, envolve dois ex-ministros de Dilma. O Gabas e outro, que agora é prefeito. A CPI blindou e não quer investigar. Esse caso parece ser mais o de uma empresa 171, um lobby estelionatário”. Marcos Rogério acrescentou: “É a típica situação da chamada teoria do crime impossível. Alguém negociando uma vacina que não existia, sem ter nenhuma relação formal com a empresa, empresa que se dizia representante sem ter carta de apresentação. Virou um ‘fato’ na CPI da Pandemia. É o circo dos horrores, é o teatro da maldade, é o campo do absurdo (...). Falta um pouco de inteligência a quem está na linha de frente da CPI para apontar a investigação para o que interessa ao Brasil. Não pode ser objeto de vingança, de uso para antecipação de jogo eleitoral. Lamento, espero que possam refletir e não desviar o foco para convocações desnecessárias, inoportunas, abusivas e arbitrárias ”.


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