terça-feira, 6 de julho de 2021

Senador Marcos Rogério escancara ‘fake news’ de Renan Calheiros na CPI e ‘podres’ de Lula e Dilma


No transcurso do depoimento de Regina Célia Oliveira, fiscal do contrato para compra da Covaxin, na CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”, o senador Marcos Rogério destrinchou táticas de Renan Calheiros para distorcer fatos e repetir “notícias falsas” no que tange à atuação do Governo Bolsonaro.

Marcos Rogério argumentou: “Fique tranquila, pois o relator [Renan Calheiros] fica inquieto sempre que fazemos perguntas. Não seria verdade a possibilidade de pagamento antecipado, como querem fazer crer o relator e membros da oposição aqui (...). É possível se autorizar ainda que em desacordo com o contrato? Essa é uma informação absolutamente relevante. O que a oposição está falando aqui o tempo todo, a narrativa é que a fiscal do contrato, o governo teria forçado a importação, ainda que em desacordo com a documentação apresentada. Houve algum recebimento dessa vacina? Não. Por que não? Porque a ANVISA não deferiu. Houve algum pagamento? Não. Houve algum pedido de favorecimento à empresa? Não. Vejam o esforço da oposição para tentar encontrar crime onde, até agora, não se verifica”.

Neste contexto, o parlamentar confrontou Renan Calheiros, relator da Comissão Parlamentar de Inquérito, e enfatizou a desonestidade do “G7” da CPI: “O relator [Renan Calheiros] repetiu, aqui, o maior fake news desta CPI: vacina de 150 dólares a dose. Isso não é verdade. Isso é ‘fake news’. Verifiquei as notas taquigráficas. Nunca houve erro quanto à quantidade de doses. O ‘invoice’ apresenta 300 mil frascos com 10 doses. 150 dividido por 10 é igual a quinze. Depois, a empresa teve que desenhar para os maldosos entenderem. Esses 300 mil frascos correspondiam a 3 milhões de doses. O ministério teve que explicar que meia dúzia é o mesmo que seis. As narrativas não se sustentam diante dos fatos e da verdade”.

Ademais, Marcos Rogério refutou opositores ao presidente Jair Bolsonaro e rememorou fatos deletérios dos governos petistas: “Tenta-se atribuir crime onde não tem crime. Criam até o maior fake news da CPI: vacina ao preço de 150 dólares a dose. Tentam acusar o Governo Bolsonaro de práticas de corrupção. Acusam sem crime. Todo brasileiro sabe do assalto que foi feito a estatais neste país nos governos de Lula e Dilma. Só no BNDES, R$21 bilhões em total desviado. Da Petrobras, R$48 bilhões em quatro anos. A imensa maioria da população brasileira não quer voltar aos tempos de corrupção vividos nos governos mais recentes. Tempos em que corrupção eram desvios de bilhões de reais”

Dessa maneira, o congressista pontificou: “Não como querem fazer crer agora os opositores: corrupção no que são supostas irregularidades em um contrato que não envolve o pagamento de um centavo sequer. O Brasil avançou, e muito, nesse sentido. Mesmo sem ter tido pagamento, mesmo sem ter cometimento de crime, eu defendo todos os dias a apuração”.


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