sexta-feira, 2 de julho de 2021

Senador Marcos Rogério rebate baixarias ‘tóxicas’ de Omar Aziz na CPI e expõe ‘mentira’ de Luís Miranda


Em pronunciamento por meio das redes sociais, o senador Marcos Rogério apontou as falhas na narrativa apresentada pelo comando da CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”. O senador mostrou inconsistências no depoimento dos irmãos Miranda e disse: “As informações prestadas pela empresa PRECISA MEDICAMENTOS à CPI têm indicativos de serem bastante consistentes. De acordo com o empresário, os irmãos Miranda teriam mentido – e muito – à comissão. Por isso, é preciso apurar tudo, para que tenhamos, ao final, uma conclusão segura sobre todos os fatos. Queremos que tudo venha à luz da verdade!”.

O senador mostrou como o hábito de aceitar narrativas que prejudiquem o governo afeta a imagem da CPI e do próprio Senado. Marcos Rogério disse: “Se isso se confirmar, estaremos, mais uma vez, diante de uma situação vexatória para a CPI. Mais uma vez, o açodamento do G7 coloca a comissão em uma situação embaraçosa. Na ânsia de prejudicar o governo do presidente Jair Bolsonaro, antecipando a eleição de 2022, termina gerando factóides que duram pouco (...). De qualquer forma, uma coisa é certa: enquanto se nega a investigar casos bem flagrantes de corrupção e foca somente o Governo Federal, está servindo para atestar a lisura dos atos da gestão Bolsonaro”.

O senador criticou os colegas por blindarem governadores e prefeitos e se recusarem a investigar corrupção nos estados: “Não há, de nossa parte, qualquer esforço para investigar corrupção. Muito pelo contrário. Quanto mais se investiga, mais o Brasil vê que está diante de um governo bem diferente daqueles da esquerda, que governou o Brasil por 16 anos. Neles, sim, bilhões foram desviados dos cofres da união (...). A verdade sempre prevalece”.

Ademais, o parlamentar foi enfático ao rebater Omar Aziz: “O presidente de uma CPI deve ser uma pessoa imparcial, capaz de manter o equilíbrio e chamar a racionalidade nos momentos em que os ânimos se exaltam. E infelizmente não é isso que está acontecendo nesta CPI (...). O presidente tem se achado o todo-poderoso da CPI (...). Muitas vezes, o elemento que conduz a CPI a um ambiente mais tóxico é justamente de quem deveria baixar a temperatura”.

No ensejo, ele complementou: “Ali dentro, impera o desrespeito, os maus-trat*, abuso de autoridade, excesso de poder, falta de respeito pelas pessoas. Esse não é o ambiente mais adequado para uma CPI”.

O senador também compartilhou vídeos com trechos de sessões que mostram o destempero do comando da CPI, e comentou: “Após áudio exibido por Luiz Dominguetti colocando em xeque acusações de Luís Miranda, o relator se exalta, contesta depoimento, ataca a Polícia Federal e, em seguida, a oposição pede a prisão do depoente. Pelo visto, a oitiva só vale até o momento em que confirma as narrativas”. 


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