segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Bolsonaro rebate Luís Miranda e CPI, aponta crime da Lei de Segurança Nacional e retruca senadores


Em entrevista a uma rádio do Paraná, o presidente Jair Bolsonaro voltou a retrucar Omar Aziz, Renan Calheiros e Randolfe Rodrigues, da CPI da Pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”, rebateu ataques do deputado federal Luís Miranda e abordou as invectivas contra o deputado Ricardo Barros, líder do governo na Câmara.

O chefe de Estado encetou: “Alguns parlamentares têm problemas, têm ‘capivara’. Vêm parlamentares de toda ordem falar comigo. Falaram que eu não poderia receber o Luís Miranda por causa das acusações sobre ele, mas ele é deputado federal. Ele veio aqui, conversou muitas coisas e apresentou um problema de uma possível fraude sobre possível compra, pois nada havia sido comprado, na Covaxin. Estava resolvido o negócio e, quatro meses depois, ele resolve falar que esteve comigo, dizer que eu não tomei providência. Como não tomei providência? Não compramos e não iríamos comprar a vacina”.

Nesta toada, o presidente protestou: “Se ele conversou comigo e tem algo de concreto para apresentar contra mim, mais do que um direito, é um dever dele falar. Como não defendi o Ricardo Barros? Ele é líder do governo na Câmara. Se eu tivesse demitido, seria outra coisa. Repito: Não vou ficar batendo boca com o deputado Luís Miranda. Primeiro, falou que me gravou. Já seria um crime. A Lei de Segurança Nacional não se aplica para mim. Quando é contra mim, eles buscam a Lei de Segurança Nacional, como o inquérito Fake News, do STF, contra quem está do meu lado”.

Dessa maneira, Bolsonaro sintetizou: “A CPI me acusa de corrupção sem ter comprado uma dose, sem ter pago um real”.

Outrossim, o mandatário foi enfático ao comparar a sua gestão aos governos petistas: “Em 2015, as estatais deram prejuízo de 35 bilhões. Em 2019, deram lucro de 52 bilhões de reais. São 87 bilhões no mesmo caminho. Projetos sociais: vocês sabem quais os interesses, nem sempre são para ajudar os mais necessitados (...). É um retrato do que acontecia e de por que tanta gente atira em mim. Quanto à grande imprensa, consegui cortar parte da verba porque nos atrapalhava para fazer obras.  As críticas ocorrem 24 horas por dia, mas faço de tudo para não desistir, pois entendo que a minha presidência é uma missão de Deus”.


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