terça-feira, 10 de agosto de 2021

Deputadas Bia Kicis e Caroline de Toni derrubam manipulações da esquerda sobre voto impresso auditável


Em pronunciamento na Câmara dos Deputados por ocasião da votação da PEC do Voto Impresso Auditável, as deputadas Bia Kicis e Caroline de Toni explanaram os motivos pelos quais o sistema eleitoral brasileiro precisaria ser aperfeiçoado e salientaram que o sistema brasileiro foi rejeitado pela Suprema Corte da Alemanha e por outros países desenvolvidos.

Bia Kicis ressaltou: “Nós queremos aqui que o eleitor brasileiro seja tratado com o mesmo respeito que o eleitor de outros países democráticos, dos países onde a nossa urna eletrônica de primeira geração foi rechaçada, como sustentou aqui a minha colega Deputada Caroline de Toni. Na Alemanha, a Corte alemã decidiu que a nossa urna de primeira geração é inconstitucional, porque não permite ao eleitor, o homem, a mulher simples, comum, verificar com seus próprios olhos para onde vai o seu voto”.

Ademais, a parlamentar frisou os riscos da concentração de poder nas mãos do TSE: “A verdade é que, quando imprimimos o voto, ainda que seja impresso pelo mesmo software, o eleitor é capaz de ver com os próprios olhos. E é nisto que ele acredita: nos seus olhos, e não num software que está cercado pelo segredo da urna. Ninguém consegue enxergar dentro do software. Então, o boletim de urna traz apenas o resultado final, a soma dos votos, mas ele não permite ao eleitor enxergar o próprio voto. Por isso essa impressão é tão importante e torna todo o sistema auditável. O que não é possível é permitirmos que o TSE seja o dono de todo o jogo, que ele regulamente”.


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