terça-feira, 17 de agosto de 2021

Eduardo Bolsonaro e Bia Kicis se levantam contra arbitrariedades do TSE e do STF ao defenderem o General Braga Netto na Câmara


Durante audiência pública para ouvir o ministro da Defesa, General Walter Braga Netto, na Câmara, o deputado Eduardo Bolsonaro chamou a atenção para a ditadura que se instaurou no Brasil pelas mãos do Judiciário. Eduardo Bolsonaro lembrou que, antes da eleição de Bolsonaro, dizia-se que ele instauraria uma ditadura, e afirmou: “esses tempos de ditadura chegaram, mas não pelas mãos do presidente Jair Bolsonaro”.

O deputado lembrou atos do ministro Alexandre de Moraes, como os inquéritos que conduz no Supremo Tribunal Federal, com a prisão do deputado Daniel Silveira, as prisões políticas de diversos ativistas, prisão de presidente de partido, e acrescentou: “mas a sanha do ministro Alexandre de Moraes e de alguns de seus colegas não parou por aí. Ontem, uma corte eleitoral mandou um ofício impedindo que fossem monetizados diversos canais”. O deputado questionou: “sabe por que eles fazem isso? Porque eles sabem que ainda sobrevivemos com o dinheiro que vem do Youtube. Então, eles estão matando de inanição”. Eduardo Bolsonaro prosseguiu: “e não parou aí, foi mais adiante. O ministro Barroso pediu ao ministro Moraes que inserisse o presidente no inquérito das fake news”. 

O deputado mostrou a incoerência dos colegas que dizem defender a democracia mas comemoram a censura. Eduardo Bolsonaro disse: “criam narrativas para depois justificar medidas judiciais contra pessoas inocentes, idôneas, que agora estão sem monetização no Youtube. Tanto diziam lutar pela democracia, contra a ditadura, e a máscara está caindo”

O deputado questionou: “será que cada ministro do STF tem o direito de interpretar a Constituição da maneira que quiser?”. 

A deputada Bia Kicis também se pronunciou veementemente contra a censura aos canais conservadores. A deputada lembrou que a esquerda utiliza constantemente fake news, exemplificando com colegas presentes. Bia Kicis lembrou ainda que muitos colegas se dizem “garantistas”, mas “agora se calam e até aplaudem prisões arbitrárias”. A deputada afirmou ter vergonha de um parlamento onde deputados estão apoiando uma ditadura, que não vem do presidente da República. 


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