quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Ricardo Barros, Marcos Rogério e Jorginho Mello desmontam Renan e Omar em coletiva: ‘O combate à corrupção está no DNA do governo’


Em entrevista coletiva após a suspensão de sessão da CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”, o deputado Ricardo Barros, líder do governo na Câmara dos Deputados, comentou o tumulto que levou à suspensão, reiterando sua afirmação de que a CPI está sabotando a compra de vacinas para o Brasil. 

O deputado lembrou que estava respondendo a todas as perguntas, inclusive com documentos, e que, quando o relator, Renan Calheiros, o acusou, respondeu explicando que o País perdeu a oportunidade de comprar a vacina mais barata e acrescentando que a CPI tinha espantado empresas interessadas em vender vacinas no Brasil. 

O deputado esclareceu: “é um fato concreto: não há mais laboratórios buscando o Brasil para vender vacinas, porque não querem se expor a esse tipo de inquirição que a CPI faz”. 

Questionado sobre a continuidade da sessão, o senador Marcos Rogério explicou que a decisão de suspender o depoimento foi tomada pelo comando da CPI e que eles é que decidiriam se voltariam. O senador disse: “toda vez que o depoente tenta responder com profundidade, eles insistem na narrativa”, e acrescentou: “espero que dê oportunidade para a testemunha, para que responda a todos os questionamentos, inclusive os da base do governo”. 

O deputado Ricardo Barros afirmou que está preparado para responder, hoje ou em qualquer outro dia, apontando que não há qualquer conduta inadequada a ser revelada. O deputado disse: “o combate à corrupção está no DNA deste governo”. Barros lembrou ainda que seu direito de opinião não pode ser cerceado, apontando: “a mesma imunidade que eles alegam ter para acusar, eu tenho para me defender”. O deputado reiterou: “a CPI está afastando fornecedores do Brasil”, e acrescentou: “espero que a CPI, ao final de seus trabalhos, produza algo de bom para o País”. 

O senador Jorginho Mello respondeu a uma pergunta sobre a continuidade do depoimento de Barros, lembrando que o comando da CPI se retirou, e apontou: “o que não se pode é ficar contrariado quando alguém não concorda com tudo o que está acontecendo”. 


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