terça-feira, 10 de agosto de 2021

Senador Jorginho Mello critica Barroso, do STF, e rebate sobre recepção de Bolsonaro a tanques


Durante sessão da CPI da Pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça”, e “Tribunal de Renan Calheiros”, o senador Jorginho Mello refutou o descontrole emocional de alguns senadores que compõem a comissão, como Omar Aziz, Randolfe Rodrigues e Fabiano Contarato, a respeito da recepção realizada pelo presidente Jair Bolsonaro a “tanques” e blindados que se dirigem a Goiás para a Operação Formosa.

O senador apontou que o discurso de “defesa da democracia” não se encaixa com a oposição ao voto auditável. Jorginho Mello lembrou que, no mundo todo, utilizam-se urnas mais modernas, com impressoras acopladas, pois a tecnologia evoluiu desde a década de 90. Ele questionou: “se todo mundo fala que a democracia é tão cara, por que não tem essa urna mais moderna?”. 

O senador também apontou a interferência do TSE na discussão do voto auditável. Ele disse: “o ministro Barroso está tentando fazer uma queda de braço que não tem importância nenhuma”. O senador esclareceu, sobre o voto impresso: “é mais um componente para fortalecer a democracia, pronto!”. 

O senador também rebateu as alegações de que um desfile militar poderia ser um “perigo para a democracia”. Jorginho Mello disse: “perigo para a democracia é meter a mão no baleiro, é roubar”. O senador lembrou que a Operação Formosa é realizada todos os anos há mais de 30 anos e disse: “agora estão assustados. O que é isso? Isso é demagogia barata”. O senador afirmou que os colegas estavam “bancando o salvador da pátria”, mas acrescentou: “o povo brasileiro sabe: a roubalheira parou faz tempo”. Jorginho Mello disse: “tem muita gente aqui dentro do Congresso que tem o rabo sujo. Nós sabemos disso”. E sugeriu que os senadores começassem a trabalhar. 


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