segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Senador Marcos Rogério aponta como Renan Calheiros confessou crime cometido na CPI: ‘Fato grave’


Em coletiva de imprensa a respeito da CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça”, e “Tribunal de Renan Calheiros”, o senador Marcos Rogério apontou como Renan Calheiros confessou que foi cometido um crime no âmbito da Comissão Parlamentar de Inquérito. Ademais, o parlamentar expôs os estratagemas do “comando” da CPI para criar uma cortina de fumaça e obliterar reais investigações de corrupção.

Marcos Rogério argumentou: “É uma grande cortina de fumaça na CPI (...). Construção de narrativa, cortina de fumaça. O que na verdade está acontecendo aqui é um grande esforço do G7 da CPI para ocupar o tempo construindo narrativas acusatórias conspiratórias contra o Governo Bolsonaro para impedir que a CPI avance para investigar, realmente, corrupção de verdade. O que aconteceu no Consórcio Nordeste, o que aconteceu nos estados, o que aconteceu nos municípios”.

Nesta toada, o parlamentar esmiuçou a tática que estaria sendo empregada pela “panela” que controla a CPI: “Para não investigar o que aconteceu com os bilhões de reais, gastam o dia todo para fazer uma conversa que não dá em nada. Houve contratação dessa vacina? Não. Houve pagamento? Não houve. Houve pagamento de vantagem indevida? Não. O único ponto era perguntar se houve pedido e avançar para o próximo. Não é isso que o G7 quer. O G7 quer enrolar, gastar tempo, criar cortina de fumaça, um circo. É tentar desgastar a imagem do Governo Bolsonaro, independente de produzir resultado ou não do ponto de vista da investigação”

Nesta esteira, o senador apontou como Renan confessou que um crime foi cometido no âmbito da CPI: “Hoje, houve um episódio lamentável. O relator da CPI, Renan Calheiros, confessa o cometimento de um crime dentro da CPI. Ele diz que recebe de um internauta uma informação, documentos sobre falas do senhor Cristiano com o Coronel Marcelo Blanco. Como esse internauta teve acesso a documentos sigilosos da CPI? Houve hackeamento? Houve vazamento seletivo de informações? Alguém deu acesso ao internauta? Estamos diante de um fato grave. Você não pode, em nome da investigação, cometer crimes. O que vimos na CPI foi o cometimento de um crime. Não pode um gabinete virtual paralelo comandar a CPI”.

Ademais, o senador foi enfático ao abordar a tentativa de convocação do General Braga Netto, ministro da Defesa do Governo Bolsonaro: “Chega a ser ridícula essa insistência. Estamos diante de um clássico caso da teoria do crime impossível”.


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