quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Bolsonaro critica violações perpetradas por Moraes, do STF, aponta arbitrariedades do TSE e responde a Fux


Durante sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro, ao lado do ministro Marcos Pontes, falou sobre as manifestações do dia 7 de setembro. O presidente lembrou que todas as manifestações feitas pelos cidadãos pela democracia e pela liberdade são pacíficas e ordeiras e nunca houve notícia de qualquer tumulto como os que ocorrem nas manifestações de esquerda. 

O presidente lembrou que o Dia da Independência é a data máxima do Brasil e que os cidadãos pretendem mostrar que eles estão preocupados com o que está acontecendo com o Brasil. Bolsonaro disse: “Hoje assisti ao ministro Fux dizendo que só há democracia se houver respeito à Constituição. Parabéns, ministro, é isso mesmo. Está convidado a participar das manifestações”. 

O presidente afirmou que há “uma ou outra pessoa em Brasília que não está respeitando a Constituição”, lembrando que a liberdade de expressão é um valor essencial da democracia. Bolsonaro disse que não é aceitável que uma ou duas pessoas pretendam determinar o que é a verdade e mandar prender, fazer buscas e apreensões, ou outras medidas coercitivas para calar pessoas. 

O presidente prosseguiu afirmando que não há justificativa para prender pessoas ou desmonetizar páginas, como foi feito pelo corregedor do TSE, Luis Felipe Salomão, contra sites e canais conservadores como a Folha Política e Bárbara, do canal Te Atualizei. O presidente falou sobre Bárbara, apontando que ela não ofende ninguém, e acrescentou que, ainda que tivesse ofendido, a ação do TSE não é o caminho correto. 

Bolsonaro disse que o dia 7 de setembro “vai ser uma manifestação nunca vista no Brasil”. Ele acrescentou: “eu espero que uma ou duas pessoas mudem seu comportamento depois desse movimento. Se não mudar, fica difícil a convivência”. O presidente afirmou: “tem certas coisas que é ou não é. Ou você tem liberdade ou não tem”. Bolsonaro disse que espera uma grande manifestação na avenida Paulista e afirmou: “se essa foto não sensibilizar essa pessoa, pelo amor de Deus”. 

O presidente afirmou que, se um ministro cria problemas, ele chama para uma conversa, e o mesmo ocorre em partidos, empresas, ou no Legislativo. E questionou: “e no Supremo? Tem que ser a mesma coisa. Se um lá tá fora da curva, o presidente ou seus pares tem que chegar lá e dizer “ô meu, você tá provocando uma ruptura””. O presidente criticou a postura de “mexeu com um ministro, mexeu com todos”, e afirmou: “Não é assim. Nós queremos viver em paz”. 

O presidente afirmou que não pode haver uma pessoa que se considere suprema por fazer parte do Supremo, acumulando funções incompatíveis. O presidente apontou ainda que, mesmo tendo sido incluído em um dos inquéritos conduzidos por Alexandre de Moraes, seu advogado não teve acesso ao conteúdo do inquérito. 


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