quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Bolsonaro se pronuncia para multidão em Roraima, anuncia obra aguardada há 40 anos e alerta para comunismo


O presidente Jair Bolsonaro falou a uma multidão no estado de Roraima, quando anunciou que lançou a pedra fundamental para construir o chamado linhão de Tucuruí, que fará a ligação elétrica entre Manaus e Boa Vista, ligando o estado de Roraima à rede elétrica do restante do Brasil. 

O presidente apontou que o maior problema do estado era a energia, mas havia obstáculos pela frente. Bolsonaro disse que, em 600 dias de pandemia, “o governo federal fez a sua parte: não deixamos colapsar a nossa economia, atendemos aos mais necessitados. O número de empregados cresce seguidamente”. 

Bolsonaro apontou: “nós começamos a mudar o Brasil desde as últimas eleições, e, cada vez mais, vemos o Brasil ir para a frente”. O presidente comemorou: “hoje nós lançamos a pedra fundamental para construir o linhão Manaus - Boa Vista. Roraima, em menos de 3 anos, ficará ligado à rede elétrica de todo o nosso Brasil. Certamente, o progresso se fará presente, cada vez mais, com essas medidas. E devemos isso ao trabalho do Executivo e de grande parte do Legislativo. Fizemos isso em conjunto, fizemos isso com muita gente ao meu lado”. 

O presidente afirmou que pretende retornar brevemente ao estado para ver as obras em andamento e para ir a Pacaraima e mostrar ao povo brasileiro que o país não pode seguir o caminho da Venezuela. O presidente disse: “nós queremos liberdade e progresso. Queremos um país onde a liberdade de culto se faça presente, bem como a liberdade de expressão. Um país onde você valoriza a família e a meritocracia. Não queremos seguir o caminho de outros países, onde o povo, ao inadvertidamente eleger gente com pensamento de esquerda, lançou-se no caminho da ditadura, da pobreza, da fome e da miséria”.

Muitos brasileiros estão vivendo sob o jugo de uma ditadura, em que seus direitos e garantias fundamentais estão sendo desrespeitados. O país tem presos políticos e pessoas, jornais e sites censurados. A totalidade da renda da Folha Política, e também de outros canais e sites conservadores, está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral, em uma decisão que recebeu o respaldo do presidente da corte, Luís Roberto Barroso, que é também ministro do STF.

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