quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Dono da Havan, Luciano Hang faz intenso desabafo após CPI, responde jornalistas e Flávio Bolsonaro se pronuncia


Após a lamentável sessão da CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”, o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, comentou, em entrevista coletiva, o nível de desrespeito a que foi submetido. Hang disse: “Um desrespeito o que fizeram comigo, com minha mãe, com minha família. Ficavam me interrogando a todo momento, eles podiam falar e faziam o que bem queriam, mas, naquela cadeira, eu estava sendo tratado como um bandido”.

O empresário explicou como os senadores apresentam narrativas e as tratam como verdades e não se importam com os fatos trazidos por ele, em uma situação semelhante à de um tribunal de exceção: “Não apresentaram prova nenhuma. Ficavam perguntando coisas de 2018 só para desviar o foco da CPI porque sabem que não têm provas contra mim. Nunca imaginei, na minha vida, de empreendedor e de brasileiro, passar por esse tribunal de inquisição. Esse, sim, é um verdadeiro tribunal de inquisição”.

O empresário disse: “Gostaria de fazer uma homenagem para todas as mulheres do país e para minha esposa, que disse, antes de eu sair de casa: vão te maltratar, vão atacar sua honra, tentar destruir sua reputação. A verdade está com você. Mostre tudo que você fez pelo Brasil e pelos brasileiros. Não saia de lá como um covarde, coisa que você nunca foi”.

O empresário Luciano Hang lembrou: “Desde que me posicionei politicamente, eu sou atacado com ‘fake news’. Eram só narrativas, era a tônica dessa CPI”. 

O caso do empresário é um dos exemplos do abandono do Direito quando o objetivo é atacar conservadores e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Narrativas produzidas pela velha imprensa, mesmo sem qualquer base fática, são tomadas como verdades absolutas e justificam até mesmo medidas extremas contra cidadãos, sem que haja sequer a indicação de um crime. Da mesma forma, testemunhas que ataquem o presidente são admitidas como confiáveis, e cidadãos que o defendem sofrem assassinato de reputações. 

O empresário Luciano Hang é um dos investigados em inquéritos no Supremo Tribunal Federal, conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes, em que esses procedimentos são padrão. Nesses inquéritos, cidadãos são perseguidos e presos, têm seus bens apreendidos, são censurados e expostos. 

A Folha Política teve sua sede invadida e todos os seus equipamentos apreendidos. Mais recentemente, uma decisão do ministro Luís Felipe Salomão, do TSE, mandou confiscar toda a renda do jornal e de outros canais conservadores. Sem renda, o jornal não tem como manter seus compromissos financeiros e pagar colaboradores, e corre o risco de fechar. 

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