sábado, 25 de setembro de 2021

Eduardo Bolsonaro refuta ataque do Jornal Nacional, da Globo, rebate Renan e detona Randolfe e CPI


O deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, em vídeo divulgado pelas redes sociais, respondeu a uma matéria da rede Globo e expôs como a emissora utiliza seu poder para atacar o presidente Jair Bolsonaro e qualquer pessoa associada a ele. Eduardo Bolsonaro disse: “Não é novidade para ninguém que a Globo trava uma guerra contra o presidente Bolsonaro e todos aqueles que apoiam o governo”, acrescentando que é uma forma da emissora mandar um recado intimidatório às pessoas para que não se associem ao governo. 

Segundo o deputado, o “recado” da emissora é: “tome cuidado, a gente vai devassar a sua vida, a gente vai expor tudo o que a gente conseguir, mesmo que nessa exposição não exista nada de ilegal”. Eduardo explicou que, na sua reportagem, a emissora tentou “dar contornos de ilegalidade a uma situação que não tem qualquer tipo de crime”. 

O deputado lembrou que a CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”, é inédita, por ter sido aberta a mando de um ministro do Supremo Tribunal Federal, e que seu único objetivo é desgastar o governo Bolsonaro. Eduardo disse que, além de não ter encontrado nenhuma evidência de corrupção no governo Bolsonaro, a CPI está blindando casos reais de corrupção como o que envolve o ex-ministro Carlos Gabas e o Consórcio Nordeste. 

O deputado Eduardo Bolsonaro mostrou que a emissora expôs documentos da CPI que não têm qualquer relação com o objeto da comissão parlamentar de inquérito. O deputado mostrou que a CPI vazou para a imprensa conversas de um ano antes do início da pandemia, e não há questionamentos sobre a legalidade desse tipo de atitude. 

O deputado explicou que “fake news”, apresentado pela emissora com um ar dramático, não é um crime, e disse: “não é possível que seja feita toda essa narrativa com base ilegal, sem fundamento jurídico”. Ele acrescentou: “reparem que é tudo uma construção de narrativas. E, para essas pessoas que estão aí na rede Globo, pouco importa se forem para a cadeia Allan dos Santos, eu ou seja lá quem for. Para eles, o que interessa é a sobrevivência deles”. O deputado lembrou que a emissora teve, por muitos anos, privilégios com os governos, e os perdeu no governo Bolsonaro.

O deputado fez um desafio: “já que pegaram anos de conversa, por que não colocam aí o ato antidemocrático? Por que não mostram o que foi feito de tão grave contra a democracia?”. Lembrando que a emissora tem acesso a dados da CPI e de inquéritos aos quais os próprios investigados não têm acesso, Eduardo desafiou a Globo a usar todo esse material em seu poder e mostrar algum crime cometido pelas pessoas que estão sendo expostas. 

Eduardo Bolsonaro mostrou ainda que os senadores da CPI, criadores do material exposto pela Globo, não apresentam qualquer “fake news”. Ao mesmo tempo, ignoram verdadeiras fake news produzidas pela velha imprensa. Eduardo desafiou também os senadores a mostrarem onde há um crime nas narrativas que repetem constantemente. O deputado apontou que, para algumas pessoas da velha imprensa, é preferível retornar aos tempos de corrupção desenfreada, desde que o pessoal da imprensa receba sua parte. 


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