quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Luciano Hang desmonta deturpações e narrativas de Renan Calheiros, Omar e Randolfe na CPI


Em seu pronunciamento inicial na CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”, o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, convocado por ter apoiado o presidente da república, Jair Bolsonaro, em um ato que vem sendo considerado de perseguição política, falou sobre os ataques feitos a ele na CPI, aviltando a memória de sua mãe. 

Hang rebateu as acusações que foram feitas em sessões passadas da CPI, quando foi acusado de ser um mau filho e de manipular dados sobre a morte de sua mãe. O empresário apontou: “Meu maior medo era que meus pais não tivessem uma casa segura para viver na velhice. Foi isso que me motivou a trabalhar desde cedo. Graças a Deus, eu consegui realizar o sonho de dar uma vida digna a quem eu mais honrei nessa vida: meu pai e minha mãe. Imaginem o quanto é duro para mim ver a morte da minha mãe sendo usada politicamente de forma tão vil, baixa e desrespeitosa. Por isso, não aceito qualquer desrespeito à memória da minha mãe. Tenho a consciência tranquila de que, como filho, sempre fiz o melhor por ela”. 

O empresário também expôs a forma como, com base em narrativas infundadas, ele está sendo perseguido e prejudicado. Hang apontou: “Este foi o meu crime: tentar ajudar o meu País? Eu gostaria de entender, senhoras e senhores, o que um empresário que emprega 22 mil pessoas, que nunca vendeu ou comprou do serviço público, que nada tem a ver com hospitais ou respiradores está fazendo sentado aqui nesta cadeira”.

Luciano Hang acrescentou: “Hoje sou vítima de um conjunto de narrativas única e exclusivamente por eu não ter medo de falar a verdade, me expor e mostrar o meu apoio. Sou acusado sem provas e perseguido apenas por dar a minha opinião. Aliás, no Brasil, este crime de opinião não existe. É lamentável ver o meu nome estampado nas manchetes de forma tão irresponsável e constatar que premissas do bem, do bom jornalismo, como imparcialidade e apuração, ficaram apenas nos livros e na teoria. Parte da grande imprensa faz comigo aquilo que tanto condena e que diz lutar contra: fake news”.

O empresário complementou: 

“Entrei nas redes sociais para ter uma voz e acabei me tornando uma voz de milhões de brasileiros. Eu ando nas ruas por todo o Brasil e escuto as pessoas. E, através das minhas redes sociais, falo o que está entalado na garganta da maioria dos brasileiros.

Quero falar aos meus seguidores, aos milhões de brasileiros que me acompanham diariamente. Eu não me arrependo de ter dado a cara a tapa. Eu estou com vocês.

Vou continuar usando minhas redes sociais para postar conteúdos motivacionais de empreendedorismo e também de política. Como qualquer outro brasileiro, resguardado pela nossa Constituição e nossa democracia, tenho direito à opinião e não abro mão da minha liberdade de expressão.

Peço aos empresários, comerciantes, homens e mulheres de bem deste País que nunca se deixem amedrontar. Como disse Martin Luther King, o que mais me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”.

Assim como Luciano Hang, outras pessoas estão sendo perseguidas por suas opiniões. A perseguição atinge parlamentares, jornalistas, presidente de partido e cidadãos comuns. A Folha Política, atualmente, tem a totalidade de sua renda confiscada a mando do corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, com o apoio e louvor do presidente da corte, Luís Roberto Barroso, que é também ministro do STF. 

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