segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Ministro de Bolsonaro reage a ataques da mídia, rebate políticos da França e expõe descalabros do PT


Em pronunciamento relacionado aos 1000 dias do Governo Bolsonaro, o ministro do Turismo, Gilson Machado, rebateu ataques da velha imprensa ao governo federal e apontou mentiras e narrativas que são propositalmente espalhadas com o propósito de desgastar a imagem do presidente Jair Bolsonaro. Gilson Machado disse: “Estivemos agora nos Estados Unidos, na ONU, e eu não iria perder essa oportunidade de falar com os senhores da imprensa. Quando os senhores falam mal do Brasil, isso repercute lá fora e atrapalha os empregos de nosso país. Onde os senhores querem chegar? Nós temos imagens de satélite. Está aqui para quem quiser ver. Nosso país é o país mais preservado do mundo, 66% de nosso território está igual a quando Jesus Cristo veio à Terra”. 

O ministro apresentou dados da realidade do país e confrontou com as narrativas: “Vinte e oito países da Europa cabem dentro de nossa área preservada. Um dos países que mais fala de nosso país lá fora é a França. Dizem que nosso país pegou fogo, que a Amazônia acabou. Tive a oportunidade de defender o Brasil e perguntei à ministra francesa e aos outros ministros do G20 se já tinham vindo à Amazônia. Quantas vezes se encontraram em bares com amigos e falaram mal do Brasil por um tabu criado pela imprensa e pelo medo de concorrer com o Brasil”.

Gilson Machado também explicou que, no governo Bolsonaro, há recursos disponíveis para investir no País porque não há mais a roubalheira generalizada observada nos governos anteriores, nem tampouco o dinheiro dos brasileiros é doado a países “amigos” do PT. O ministro disse: “Estamos entregando mais de 3.200 obras. Dia após dia. Mais de 3 bilhões e 400 investidos. Nunca o Ministério do Turismo entregou tanto. Sabe por quê? Porque o dinheiro não vai mais para Cuba, Venezuela, Argentina, África, para a casa da peste. Fica aqui dentro. Não vai mais para corrupção, também”.

O ministro do Turismo mencionou ainda as manifestações dos brasileiros, que foram às ruas pedir liberdade: “Tivemos agora, no 7 de setembro, o maior movimento da História em um 7 de setembro no Brasil. Tenho muita gratidão de fazer parte desse governo. Um governo que vai deixar um legado na recuperação da autoestima de toda uma Nação, na credibilidade do país lá fora. Enquanto uma parte dos senhores fala mal do Brasil, o FMI nos aplaude com números. Isso é incontestável”.

No dia 7 de setembro, milhões de brasileiros foram às ruas para pedir liberdade, incluindo liberdade de expressão, de manifestação, de culto e de ir e vir, entre outras. Liberdades que estão sendo suprimidas, em especial pela atuação de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal. A Folha Política tem, neste momento, sua renda confiscada, a mando do ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral, com o apoio e o respaldo do presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, que é também ministro do STF. Segundo a velha imprensa, o confisco da renda visa sufocar a empresa para impedir suas atividades. 

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