sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Senador Marcos Rogério confronta manipulações da CPI frente a frente: ‘Bilhões, podridão com dinheirama’


Em pronunciamento na CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça”, e “Tribunal de Renan Calheiros”, o senador Marcos Rogério explicitou distorções, deturpações e manipulações perpetradas pela cúpula da Comissão Parlamentar de Inquérito.

O senador comparou o Governo Bolsonaro aos governos passados e foi enfático ao expor a mudança na administração pública implementada pelo chefe de Estado, razão pela qual seus opositores criariam factóides com o intuito de denegrir a sua imagem: “Foi dito aqui que o Presidente Bolsonaro seria o pior Presidente do Brasil. Sério? Por quê? Seria porque não deixou entrar no Governo trambiqueiros, porque não permitiu negociata do Governo, porque não tinha companheiros operando nos ministérios, na Petrobras, nas autarquias, empresas públicas? Não tinha os paulos robertos costas, não tinha os cerverós, não tinha youssefs, não tinha joões vaccaris, renatos duques, baruscos? Não, no Governo do Presidente Bolsonaro não tinha – não tinha e não tem – essas figuras. Aí, na falta desses interlocutores, desses operadores e de alguns lobistas, fabricam; fabricam pseudos lobistas”.

O senador lembrou que nunca se opôs a qualquer investigação proposta pelo comando da CPI, e que essas investigações simplesmente não deram resultado. Marcos Rogério disse: “E, veja, já disse aqui, em outras ocasiões, e repito: não tenho compromisso de proteger quem quer que seja, quem quer que seja! Se tiver uma evidência de prova contra quem for, não contem com a minha defesa. Mas não tentem fabricar, através de narrativas, acusações contra o Presidente da República. Podem não gostar do Presidente pela maneira como fala, podem não gostar pelas opiniões, pela preferência pessoal, mas acusar o Presidente ou o seu Governo daquilo que foi comum na história recente do Brasil, isso é forçação de barra, é ir longe demais!”.

O senador explicou a estratégia utilizada pelo comando da CPI, de desgastar o governo federal ao mesmo tempo em que blindou os governos estaduais: “Só narrativas. Procura uma prova, uma evidência de que tenha acontecido qualquer caso de corrupção... E olha que no Ministério da Saúde, num período de pandemia, onde bilhões e bilhões de reais estão sendo pagos por vacinas, por máscaras e por tantas outras... por equipamentos. No Governo Federal não! Tem nos Estados, nos Municípios, com operações da Polícia Federal que desnudam a podridão que aconteceu com a dinheirama para o enfrentamento à pandemia. Mas isso não é o foco desta CPI, infelizmente. Gostaria que fosse, gostaria que fosse”.


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