domingo, 5 de setembro de 2021

Senador Marcos Rogério envia forte mensagem sobre o 7 de setembro: ‘Não há independência sem liberdade de expressão e opinião’


Em pronunciamento por meio das redes sociais, o senador Marcos Rogério fez uma enfática defesa das manifestações pacíficas convocadas para o dia 7 de setembro, analisou a situação política que leva a população a se manifestar e lembrou a necessidade de se colocar do lado correto. Marcos Rogério disse: “Semana começando na expectativa das grandes manifestações de 7 de setembro. Não há independência sem liberdade de expressão e de opinião. A verdadeira liberdade começa com o indivíduo. E cabe às instituições proteger esse direito. Não há nação forte sem um povo forte. As instituições servem para servir ao povo - e não o contrário. Democracia é, por essência, o governo do Povo! Não existe ‘superpoder’. Todos os poderes precisam funcionar dentro dos limites da Constituição Federal. Nosso apoio ao presidente Jair Bolsonaro, que foi legitimamente eleito e precisa ter plena liberdade para pôr em prática as pautas para as quais a maioria da população o elegeu e defende. As manifestações serão pacíficas, não vermelhas, mas de verde e amarelo”.

O senador falou sobre a importância de se escolher o lado correto e tomar uma posição. Marcos Rogério disse: “Costuma-se criticar muito a polarização política que vivemos hoje no Brasil. E, por isso, ficar em cima do muro muitas vezes pode ser a posição mais cômoda, mas eu prefiro ter um lado definido, o lado da família, da liberdade religiosa, o lado dos que trabalham e produzem riquezas para o país, o lado dos que repudiam a corrupção em todos os âmbitos”.

O senador explicou a dificuldade de uma “pacificação” em meio ao cinismo de grupos políticos que tentam manipular a população brasileira e sabotar o Governo Bolsonaro. Ele disse: “O ideal seria se toda a classe política se unisse em favor do país, mas todos nós sabemos que isso, infelizmente, é uma grande utopia. Como fazer essa união se o grupo que comandou o maior assalto aos cofres públicos do país, por tanto tempo, sequer reconhece seus erros e muito menos demonstra o desejo de mudança verdadeira. Ao contrário disso, insistem em negar seus crimes e exercem uma oposição sistemática a um governo legitimamente eleito e que não tem sequer um caso de corrupção. Enquanto imperar o cinismo e o engano dos que só pensam em seus próprios projetos de poder, a polarização será necessária. De que lado você está? Não deixaremos de ficar ao lado dos que acreditam em um país conservador e com patriotismo”.

O senador também se manifestou sobre a operação da Polícia Federal que atingiu um de seus ex-assessores. Marcos Rogério disse: “Os aliados e defensores dos governos de esquerda estão me criticando por causa de um ex-assessor que está sendo investigado pela Polícia Federal, por fatos alheios às minhas atividades como parlamentar. Numa clara tentativa de me retaliar pela defesa que faço do Governo Bolsonaro, um governo que ao contrário dos anteriores, não tem  até agora nenhum escândalo de corrupção. Mas isso não vai mudar minha postura. Tanto neste caso, como na CPI, defendo uma investigação profunda, para que fatos sejam esclarecidos e culpados sejam punidos”.

No ensejo, o senador também repreendeu os agentes que se mobilizam contra as manifestações populares, dizendo: “Querem criminalizar as manifestações. Esqueceram o artigo 1º da Constituição Federal que diz que ‘o poder emana do povo’. Ora, criminalizar as garantias e liberdades individuais é um atentado contra a democracia. As manifestações do dia 7 de setembro trarão as cores verde-amarelo, com pessoas que trabalham, produzem. São pecuaristas, agricultores, gente movida pela fé, pela força. Patriotas, clamando por Deus, pela pátria e pela família”.

Marcos Rogério também se manifestou, ademais, sobre o andamento da CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça”, e “Tribunal de Renan Calheiros”. O senador disse: “A CPI se omitiu e decidiu, deliberadamente, não investigar a corrupção nos estados. Não há meias palavras, foi uma decisão política para preservar o quintal de casa.  A CPI tinha competência para investigar o uso dos recursos federais para o enfrentamento à pandemia, mas preferiu perseguir o presidente Jair Messias Bolsonaro com fins eleitorais”. 


Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...