terça-feira, 28 de setembro de 2021

Senador Marcos Rogério escancara perseguição política da CPI contra Luciano Hang, dono da Havan, e apoiadores de Bolsonaro


Durante sessão da CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”, o senador Marcos Rogério escancarou o caráter persecutório da comissão, ao mostrar que não havia qualquer justa causa para a convocação do empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan. 

O senador ironizou: “Mandei fazer uma pesquisa na internet para ver se a Havan está vendendo respiradores. Ele está vindo porque tentou vender respiradores para o Consórcio Nordeste? A loja de vinho de Manaus pertence ao Luciano Hang, da Havan, por isso ele está sendo convocado? A empresa de massag* de Santa Catarina também? Por que ele é investigado? Ele participou de alguma fraude?”

O senador Marcos Rogério questionou: “Qual é o crime do senhor Luciano Hang? Ele gosta do presidente Jair Bolsonaro. Ele defende o presidente Jair Bolsonaro. Ele é amigo do Bolsonaro. Esse é o critério para vir à CPI? Desde o começo, venho tentando fazer a CPI investigar com profundidade o que foi feito com bilhões enviados para estados e municípios. Estão em jogo pré-eleitoral, são objetivos políticos. Estão na CPI fazendo campanha pré-eleitoral. Lamento”

O senador lembrou outros episódios em que pessoas foram convocadas à CPI sem qualquer indício de crime e ali foram destratadas, e disse: “Lamento que empresários como Luciano Hang tenham que passar pelo constrangimento de vir à CPI que não quer investigar corrupção. Atacam reputações, maltratam pessoas. Isso não é algo sério. Enquanto isso, deixam passar ao largo o que está acontecendo em estados e municípios no tocante à corrupção”.

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e pessoas que apenas têm um discurso diferente do imposto pelo cartel midiático vêm sendo perseguidos, seja pela CPI, seja pelo Judiciário. Além dos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, agora também o corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, criou seu próprio inquérito administrativo, com o apoio e respaldo do presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, no qual ordenou o confisco da renda de sites e canais conservadores, como Bárbara, do canal Te Atualizei, e a Folha Política. Toda a receita gerada pelo nosso jornal desde 1º de julho está bloqueada por ordem do TSE, com aplauso do ministro Luís Roberto Barroso, que também é ministro do STF.

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