terça-feira, 14 de setembro de 2021

Senador Marcos Rogério expõe 'jogo sujo' da CPI: ‘instrumento marquetológico para 2022, nasceu com o objetivo de atacar o presidente Bolsonaro’


O senador Marcos Rogério concedeu entrevista coletiva sobre a reta final da CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”. O senador apontou que nunca é tarde para fazer uma investigação séria e lamentou a condução da Comissão, lembrando que o comando da CPI buscou apenas desgastar o presidente Jair Bolsonaro e blindou governadores e prefeitos. O senador disse: “nesses casos, a CPI nunca quis investigar. Fechou os olhos, ignorou, escolheu colocar um tapete em cima”.

Questionado se o presidente Jair Bolsonaro será indiciado, Marcos Rogério lembrou que “o presidente não é investigado pela CPI” e acrescentou: “e, para indiciar alguém, primeiro você precisa identificar um crime. E não há crime. A CPI erra quando acusa sem buscar as evidências e quando aponta para o presidente da República”. Marcos Rogério disse: “A CPI nasceu com o objetivo de atacar o presidente Bolsonaro na ótica eleitoral, buscando antecipar o jogo eleitoral de 2022. Lamentavelmente”. 

O senador criticou o comando da CPI, dizendo: “sustentar uma tese de crimes praticados pelo presidente da república é forçação de barra, é produzir elemento marquetológico para o jogo eleitoral de 2022. Acho que a CPI tem um papel que não se presta a essa finalidade. Ela é um instrumento político de controle de atos da administração pública”. O senador perguntou: “O que parou de pé até agora na CPI? Nada. Apenas a narrativa acusatória da oposição”. 


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