quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Senador Marcos Rogério faz pronunciamento emocionante ao reagir à ‘criminalização’ da manifestação de 7 de setembro - CPI


Em pronunciamento na CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça”, e “Tribunal de Renan Calheiros”, o senador Marcos Rogério rebateu as narrativas do comando da CPI e defendeu as manifestações de 7 de setembro, lembrando que o povo está pedindo respeito a direitos e garantias fundamentais que estão sendo eliminados.

O senador disse: “Talvez o que esteja incomodando setores da oposição nesta CPI seja o fato de não haver um caso sequer de corrupção no governo do presidente Jair Bolsonaro. Até agora, rodaram em círculos o tempo todo e não conseguiram provar um caso de corrupção no Governo Bolsonaro. No Governo Bolsonaro, não há proteção a quem quer que seja. Se praticou ilícitos, não há proteção, não há blindagem. Aqui está outra diferença deste governo para governos do passado. O brasileiro não tem memória curta. Lembra-se muito bem de como foram os últimos anos de corrupção endêmica, sistêmica, que desviou bilhões do Brasil”

O senador lembrou como eram os governos petistas: “Corrupção direta na Petrobras, em estatais, nos ministérios, e a corrupção do ponto de vista do desvio de finalidade: R$60 bilhões para financiar obras em Cuba, Venezuela e tantos outros países de esquerda no mundo. Vai vendo, Brasil”

Marcos Rogério rebateu as narrativas que buscam degradar a imagem das manifestações marcadas para o dia 7 de Setembro, Dia da Independência: “Criminalizaram as manifestações. Esqueceram que o artigo primeiro da Constituição Federal afirma que o poder nasce, emana do povo. O problema é que, nos tempos hodiernos, muita gente parece esquecer que o poder é do povo, não dos encastelados. O povo é detentor do poder. Quando não se vê representado, quando há desrespeito aos valores fundamentais, quando há violação às liberdades, ele se faz ouvido - como está sendo agora no Brasil. Foi-se o tempo em que o povo tinha que receber informações enlatadas, num editorial de uma via só, de mão única. Sem que as pessoas pudessem checar, conferir, discordar, condenar, participar, se fazer ouvir. Foi o tempo”

O senador explicou: “Com a internet popularizada quase no Brasil inteiro, chegando à mão da maioria dos brasileiros, em todos os cantos do país, todos estão conectados. Foi criada uma rede de comunicação. Não tem mais o monopólio da comunicação. A comunicação está democratizada com a conectividade. O brasileiro não é só um receptor. É, também, um comunicador. Muitos ainda não acordaram para essa nova realidade. Acham que estão no tempo das cavernas. Acham que controlam alguma coisa que é o povo que o serve”

O senador Marcos Rogério denunciou as ameaças aos direitos fundamentais da população: “Querem criminalizar o povo. É o rabo tentando mandar no cachorro, Brasil. O poder emana do povo! Aqui, não. Tentam criminalizar o povo e ainda chamam isso de atent* à democracia. O povo é contra a democracia? São manifestações pacíficas, ordeiras. Tem muita gente com medo do povo. É natural. Tem muita gente desconectada do povo. Negar ao cidadão a possibilidade de o cidadão se manifestar é uma inversão da lógica representativa. Somos representantes do povo, não somos representantes de nós mesmos”.

O senador resumiu: “Brasília deve ser tomada por um mar de gente. Pessoas de todos os estados, de todos os segmentos, além dos outros estados. Pessoas com bandeiras verde e amarelas, não vermelhas. Gente movida pela força da fé, patriotas clamando por Deus, pela pátria, pela família. Alguém vai dizer que não pode? Criminalizar as garantias e as liberdades é, sim, um atent* à democracia. As instituições existem para servir o povo brasileiro e não o contrário”.


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