domingo, 24 de outubro de 2021

Ao lado de Bolsonaro, Paulo Guedes alfineta Pacheco e conclama todos a jogarem ‘nas 4 linhas’: ‘estamos esperando o Senado’


O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, responderam a perguntas da velha imprensa durante um passeio em Brasília. Eles explicaram detalhes da proposta do Auxílio-Brasil e a importância do programa no contexto econômico, com a crise causada pelas medidas impostas a pretexto de combater a pandemia. 

O ministro Paulo Guedes explicou que, no contexto da pandemia, o governo precisa equilibrar a necessidade de respeitar o teto fiscal e ao mesmo tempo lidar com as pessoas que ficaram na miséria. O ministro explicou a necessidade de fazer avançar as reformas propostas pelo governo. Paulo Guedes fez uma dura crítica ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, apontando que, na Câmara, as reformas avançam, mas param no Senado. 

Paulo Guedes questionou como o presidente do Senado pretende se apresentar como candidato sem ajudar com as reformas que visam levar o país ao caminho da prosperidade: “se ele quiser se viabilizar, inclusive politicamente, como uma alternativa séria, ele tem que nos ajudar a fazer as reformas”. E acrescentou: “estamos esperando o Senado!”. Ademais, o ministro foi enfático ao argumentar que todos precisam “jogar dentro das 4 linhas da Constituição” e que a velha imprensa precisa transmitir a verdade sem distorções.

O direito à propriedade e o respeito à livre iniciativa têm sido relativizados no Brasil. Para uma “classe” de cidadãos, caracterizados pela velha imprensa como “bolsonaristas”, as garantias e direitos fundamentais estão suspensos. Em CPIs e em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, cidadãos e empresas ficam sujeitos a quebras de sigilo, devassas, prisões políticas, buscas e apreensões, e confiscos. As investigações se originam de “relatórios”, “matérias” e “reportagens” produzidos pela concorrência, que são tomados como verdadeiros sem questionamento, assim como depoimentos de testemunhas suspeitas. 

Toda a renda da Folha Política, assim como de outras pessoas e empresas conservadoras, está sendo confiscada, a mando do ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão monocrática em um inquérito administrativo. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos e CPIs, a intenção é impedir o funcionamento das empresas ao privá-las de suas fontes de renda. A decisão de Salomão foi elogiada pelo presidente da corte, Luís Roberto Barroso, que é também ministro do STF. 

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