sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Bolsonaro adverte para efeitos desastrosos de política implementada na Argentina por ‘amigos de Lula e Dilma’


Em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro descartou a hipótese de resolver problemas econômicos como a inflação através de “canetadas”. O presidente comparou com a Argentina, dizendo: “Na nossa querida Argentina, eles estão congelando, por 90 dias, o preço de 1245 produtos. Isso é consequência, talvez o país que tenha decretado as maiores medidas restritivas do mundo. O presidente, Alberto Fernández, é da turma da Cristina Kirchner, da Dilma, do Lula, do falecido Chávez, de Maduro, do falecido Fidel Castro. A turminha do Foro de São Paulo. Você acha que, se aquele cara que ficou em segundo lugar em 2018 [Haddad], estivesse em meu lugar, não estaria fazendo a mesma coisa aqui?”

O presidente prosseguiu: “Lógico, antes haveria um lock* nacional. Você estaria vibrando com o tabelamento de preços? Nós devemos aprender com os erros dos outros. Vocês lembram do plano Cruzado no Brasil? Em outro momento, também, o tabelamento de preços, o que acontece com o produto? Ele some da prateleira. Passa a ser vendido por fora, no câmbio negro, com o preço lá em cima. Não dá certo. Resolver a questão econômica na canetada não dá certo”

Bolsonaro alertou sobre os rumos dos países que votaram pela volta da extrema-esquerda: “Você veem para onde a querida Argentina está indo. Espero que não queiram que o Brasil siga o mesmo caminho. O destino da Argentina dessa forma, a gente lamenta, vai ser o da Venezuela. Já deu um passo em direção à Venezuela. Não podemos implementar isso no Brasil. O problema de inflação está no mundo todo”.

O presidente lembrou que, desde o início da pandemia, alertou sobre a questão econômica. Ele apontou: “Eu disse que tínhamos de tratar a questão da pandemia e da economia de forma simultânea. O Brasil é um dos países que menos está sofrendo levando em conta a questão da pandemia. A inflação do gás na Europa está acima de 100%, vários países do mundo com desabastecimento. Estamos trabalhando desde lá atrás para evitar isso”.

Bolsonaro rememorou ações de seu governo para o enfrentamento das consequências das medidas tomadas por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia. Ele disse: “Se não fosse o Auxílio Emergencial, teríamos saques a supermercados, balbúrdia. Só no ano passado, foi o equivalente a 13 anos de Bolsa Família. Também zerei o imposto federal do gás de cozinha. Por que os governadores do PT não zeraram o imposto sobre o gás de cozinha? Zere, dê exemplo”.

O avanço constante e crescente de medidas restritivas arbitrárias impostas por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia é um dos sinais de que, no Brasil, os cidadãos não vivem em uma democracia. 

Para um grupo de pessoas e empresas, a tirania ganha contornos de implacável perseguição política e ideológica, e esse grupo “marcado”, como nos períodos mais sombrios da História, vem sendo perseguido com medidas arbitrárias, como prisões políticas, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais e confiscos. 

A Folha Política, que já teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando de Alexandre de Moraes, atualmente tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão aplaudida pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF, presidente do TSE. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos, a intenção é impedir o funcionamento da empresa, privando-a de sua fonte de renda. 

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